Sou casada há oito anos, vida perfeita em Lisboa. Marido amoroso, casa arrumadinha, gerente numa empresa de logística. Todo o mundo me vê como a senhora séria, com aliança a brilhar no dedo. Mas tenho um segredo que me consome. O Rui, criado comigo como irmão adoptivo desde crianças, mas sem laços de sangue. Agora colegas, o desejo explodiu há meses. Adoro o risco, o coração aos pulos, o medo de ser apanhada.
Hoje, fim de expediente, o armazém vazio. Senti a urgência entre as pernas. ‘Só um bocadinho’, pensei, culpada. Escondi-me atrás das caixas de mercadoria, saia subida, cuecas de lado. Dedos molhados na cona, a foder-me devagar, gemendo baixo. Cabelo ruivo desgrenhado, peito a arfar, lingerie preta a contrastar com a pele dourada de suor. O Rui… ele sente-me sempre, como se lesse a alma.
A Tensão Entre a Rotina e o Desejo
A porta rangeu. Parei, mas tarde. Ele ali, olhos vermelhos de desejo, parado. ‘Inês, que fazes aqui?’, murmurou, voz rouca. Corei, mas a excitação venceu. ‘Vim… aliviar-me. Antes de ir para casa.’ Ele sorriu perverso. ‘Se me procuravas, eu teria entrado mais devagar. Para ver mais tempo.’ Ri nervosa. ‘Peeping tom! Devias fugir envergonhado!’ Mas ele avançou. ‘Há urgência, amor. O teu marido liga já.’ O meu coração disparou. Aliança fria no dedo, mão dele quente na minha coxa.
Não parei. Ele ajoelhou, beijou a barriga, subiu a cueca encharcada. ‘Guarda isso… para depois.’ Tocou os seios soltos da renda, arrepios. ‘Não tires, fica mais puta assim.’ Beijei-o feroz, línguas a dançar, gosto de saliva e tesão. Despi a blusa, ele a saia. Nu, pele pálida, picha dura como ferro, latejante. ‘Estás ensopada, cabra.’ Dedos na cona, outro no cu, devagar. Gemi alto. ‘Fode-me a boca primeiro.’ Chupei a picha, bolas cheias de porra, engoli até à garganta.
O Prazer Explosivo e o Regresso à Normalidade
Deitamos no chão sujo, 69 urgente. Língua dele na minha racha aberta, chupando o clitóris inchado, dedos a foder o cu apertado. Eu mama-lhe a picha, mão nas bolas, dedo no ânus dele. ‘Vou gozar!’, gritei. Ele também, porra quente na boca, engoli tudo, misturada com o meu mel. Ondas de prazer, corpos suados colados, gemidos ecoando no armazém vazio. ‘Adoro o teu cu virgem’, sussurrou, enfiando mais fundo.
Acabámos ofegantes, rostos molhados de fluidos. Limpámo-nos com a língua, beijos pegajosos. Vestiu-me rápido, cuecas molhadas no lugar, saia baixa. ‘Vai, antes que o teu marido desconfie.’ Saí a voar, pernas trémulas, cona latejante. Cheguei a casa, jantei como se nada, marido a beijar-me a face. Mas sinto o segredo a queimar. Amanhã, no trabalho, olhares cúmplices. Esta dupla vida… vicia. Culpada? Um bocadinho. Excitada? Demais. O risco de ser apanhada só me molha mais.