Chamo-me Ana, tenho 42 anos, casada há 15 com o Miguel, um engenheiro calmo. Vivo em Cascais, numa moradia branquinha com jardim, dois filhos na escola e um emprego como advogada numa firma respeitável. Aos olhos de todos, sou a mulher perfeita: saias alinhadas, aliança a brilhar no dedo, missa aos domingos, jantares em família. Mas… há meses que mato saudades de uma velha amiga, a Sofia. Ela mandou-me mensagem no WhatsApp: ‘Lembras-te das noites loucas na fac? Estou em Lisboa esta semana. Vens?’ Hesitei. O coração acelerou. ‘Não posso, tenho família’, respondi. Mas no dia seguinte, mandei: ‘Ok, só um café.’
Mentira. Era mais que isso. A Sofia sempre foi livre, fumava na rua, falava de sexo sem papas na língua. Encontrámo-nos num café discreto perto do escritório. Ela, com vestido curto, pernas cruzadas, sorriso maroto. ‘Estás linda, mas pareces uma freira. Ainda fodes com o teu marido?’ Ri-me, corada. ‘Claro… às vezes.’ Ela inclinou-se: ‘Queres algo real? Algo que te faça pulsar a cona?’ O meu corpo reagiu. Molhei as cuecas de renda que pusera de manhã, só por capricho. ‘Tenho que ir para casa às 19h’, disse. ‘Então às 17h, no Tivoli. Quarto 405. Vem.’ Saí do café com as pernas trémulas, o anel no dedo a roçar a pele quente. No trabalho, não prestei atenção aos papéis. Só pensava na porta do quarto.
A Rotina Impecável e o Segredo que Me Consome
Cheguei ao hotel com o coração na boca. Bati. Ela abriu, nua, só com salto alto. ‘Entra, puta casada.’ Beijou-me com força, língua dentro da boca, mãos a apertar as minhas tetas por cima da blusa. ‘Tira tudo.’ Desabotoei a camisa, a saia caiu. A aliança brilhava contra a pele dela enquanto lhe tocava a cona depilada, já ensopada. ‘Estás tão molhada… para mim?’ ‘Para ti e para o risco, safada.’ Deitou-me na cama, abriu-me as pernas. Lambeu-me devagar, a língua no clitóris, chupando forte. Gemi alto, ‘Ai, Sofia, para… não aguento.’ Mas queria mais. Enfiou dois dedos, depois três, fodia-me com a mão enquanto me mordia os mamilos. ‘Gostas, casada? Imagina o teu marido a ver.’ Virei-me de quatro, o cu no ar. Ela pegou num vibrador grosso, untou com saliva e enfiou na minha cona. ‘Fode-me, porra!’ Gritei. Bomba após bomba, o quarto cheirava a sexo. Ela chamou o porteiro? Não, era um amigo dela, o Rui, alto, caralho duro como pedra. Entrou, sem palavras. ‘Chupa-me’, ordenou. Pus a boca no pau dele, engoli até à garganta, baba a escorrer. Ele agarrou-me o cabelo, fodia-me a boca enquanto a Sofia me lambia o cu. ‘Agora a cona dela’, disse ela. O Rui enfiou o caralho todo, de uma vez, fundo. Pauva-me forte, bolas a bater no clitóris. ‘Mais rápido, antes que chegue tarde!’ Gozei primeiro, o corpo a tremer, esguichando na cama. Ele veio dentro, quente, a encher-me. A Sofia lambeu tudo, misturando esperma e sumo.
Saí do hotel às 18h45, pernas moles, cona a latejar, cuecas ensopadas no bolso. Tomei duche rápido no ginásio do escritório, vesti roupa limpa. Cheguei a casa, o jantar pronto, o Miguel a sorrir: ‘Como foi o dia, amor?’ ‘Cansativo, reunião extra.’ Beijei-o, sentindo o cheiro do Rui na pele. Deitei-me com ele, mas não fodi. Guardei a excitação para mim. De manhã, no espelho, vi o brilho nos olhos. A culpa? Pouca. O tesão do segredo? Imenso. Amanhã, outra mensagem da Sofia. E eu vou. Porque esta dupla vida me faz viva. Casada de dia, puta à noite. E adoro.