Eu sou a Ana, 35 anos, casada há 10 com o João, gerente num banco em Lisboa. Vida perfeita: casa asseada, jantares em família, yoga aos sábados. Mas… tenho um segredo. O Miguel, o meu amante. Conhecemo-nos num curso de formação, ele é consultor, alto, olhos verdes, caralho grosso que me deixa louca. Digo ao João que vou à praia com as amigas, mas encontro-me com ele. Hoje, em Cascais, num dia de junho quente como o inferno. O coração bate-me forte enquanto dirijo, a aliança no dedo esquerdo brilha ao sol. ‘E se alguém me vê?’, penso, mas isso só me molha mais a cona.
Chegamos à praia, sem fatos de banho de propósito. Eu em cueca de renda preta, ele em boxers. ‘Estás linda assim, safada’, sussurra ele, puxando-me para a água. Colamo-nos, beijos com gosto a sal, o corpo dele duro contra o meu. Sinto o pau dele endurecer, roçando no meu ventre. Eu froto-me, gemendo baixinho. ‘Para, vão ver-nos’, digo, mas não paro. Saímos, a roupa transparente, os meus mamilos duros, a touca aparada a retângulo visível pela cueca colada. Caminhamos pela areia, olhares de estranhos, adrenalina a ferver.
O Segredo que Me Consome
Nas dunas, um cantinho abrigado. ‘Vem cá’, diz ele, beijando-me o pescoço. A mão dele entra na minha cueca, dedos na cona encharcada. ‘Estás tão molhada, Ana’. Eu agarro o pau dele pelo boxer, bombeio devagar. Masturbamo-nos assim, bocas coladas para abafar gemidos. ‘Mais rápido’, peço, o clítoris inchado. Ouço vozes próximas, paramos abruptamente, rindo nervosos. ‘Quase!’, digo, culpada mas excitadíssima.
No carro de volta, trânsito parado na marginal. ‘Tira a cueca’, ordena ele. Eu obedeço, pernas abertas, cona exposta. Ele enfia dois dedos, massageia o clítoris. ‘Ah, fode-me com os dedos!’. Eu fecho os olhos, gemendo, o carro ao lado buzinam. Um tipo olha, sorri. Acelero o ritmo na picha dele, dura como pedra. Trânsito abre, mas ele não para. ‘Agora, mama-me’. Baixo a cabeça, chupo o caralho, língua no glande, saliva escorrendo. Ele geme: ‘Vais fazer-me gozar’. Paro, ‘Não, fode-me primeiro’.
O Gozo Proibido e o Regresso
Estacionamos num canto escuro perto de casa. ‘Rápido, tenho de ir ter com o marido’. Ele puxa-me para o banco de trás, eu monto-o. A cona engole o pau todo, molhada e quente. ‘Fode-me forte, Miguel!’. Bombeio, tetas a saltar, aliança batendo no peito dele. Ele agarra as minhas nádegas, mete um dedo no cu. ‘Gostas, puta casada?’. ‘Sim, adoro! Mais!’. Gozo primeiro, cona a contrair, sucos a escorrer. Ele vira-me, levrette contra a porta. ‘Vou encher-te a cona’. Goza dentro, jatos quentes, eu tremendo num segundo orgasmo. ‘Ai, que delícia…’. Limpamos-nos à pressa, cheiro a sexo no ar.
Chego a casa, João: ‘Foi fixe a praia?’. Sorrio, ‘Sim, amor, cansada’. Vou ao duche, cona ainda latejante, esperma a pingar. Deito-me na cama dele, excitada pelo risco. Amanhã volto ao escritório, senhora perfeita. Mas já penso na próxima. Esta dupla vida… vicia-me.