Oi, eu sou a Inês, 38 anos, casada há 12 com o Miguel, um engenheiro certinho. De dia, sou gerente de marketing em Lisboa, vida organizada, aliança no dedo, jantares em família. Mas… tenho um segredo. O Pedro, meu amante há dois anos. Encontros roubados, sempre com o coração aos pulos. Ontem em Sevilha, num congresso, menti pro Miguel: ‘Vou às compras no centro, volto antes do jantar’. Ele acreditou, beijou-me a testa. Saí a correr, vestida com a roupa de ontem, sem cueca – esqueci de propósito.
Peguei o autocarro pro centro. Flanava pelas ruas quentes, sol a queimar a pele. Entrei numa loja de roupa regional. Provei uma saia preta trapézio com folhos vermelhos minúsculos, corset vermelho a apertar os peitos. Na cabine, sozinha, sem cueca, tremia. E se alguém visse? O espelho mostrava tudo: cona depilada, já húmida. A vendedora sorriu estranho quando me ajoelhei pra medir a bainha mais curta – o meu sinal de nascença na coxa a aparecer. Fiquei vermelha, mas comprei. Sapatos de salto alto pretos com tiras vermelhas. Taxi de volta ao hotel às 16h10. Ansiedade a subir.
O Mentira e a Tensão do Desejo Proibido
Li a nota dele: ‘Às 17h, prisioneira na quarto, sob o candeeiro, mãos atrás da nuca, pernas abertas, venda nos olhos, saltos, meias pretas, pulseiras nos pulsos’. Tremi. Confio nele, mas o risco… Tomei duche rápida, perfume no corpo todo, maquei os lábios vermelhos. Pus o soutiê push-up, meias auto-aderentes, saltos novos. Pulseiras de couro preto – cliques frios nos pulsos. Venda elástica. Às 16h57, posicionei-me: pernas afastadas, seios empinados no corset, cona exposta. Coração a martelar. E se fosse o empregado de limpeza?
A porta abriu. Silêncio. ‘Pedro?’ Nada. Música nossa começou – a dos nossos fódas selvagens. Mãos dele: carícias leves nas costas, coxas, roçando os mamilos duros. Sem ver, cada toque era fogo. Cona a pingar, sem ele tocar ali. Parou. Câmaras? Depois soube: fotos minhas assim, vulnerável, excitada. Ele pegou-me as mãos, clique – algemas ligadas. Pressionou ombros: ajoelhei, joelhos abertos. Cheirava a ele, excitado.
O Encontro Explosivo e o Regresso à Rotina
‘Segura, minha puta secreta’, murmurou. Desabotoou calças. Pila dura, grossa, na minha cara. Chupei voraz: língua na glande, engoli até à garganta, baba escorrendo. Ele gemia baixo, mãos no cabelo. ‘Mais fundo, Inês’. Fodia-me a boca, rápido, urgente – meia hora pra eu voltar pra casa. Levantou-me, dobrou-me na cama, saia levantada. Dedos na cona molhada: ‘Tão pronta pra mim’. Enterrou a pila de uma vez, fundo, batendo no colo. ‘Ahhh, fode-me forte!’, supliquei. Ele acelerou, mão na boca pra não gritar, outra no clítoris. Orgasmo veio como tsunami – corpo a tremer, cona a apertar ele. Gozou dentro, quente, enchendo-me. ‘A aliança brilha enquanto te fodo’, riu.
Limpei rápido, vesti-me por cima: saia curta, corset escondido. Beijo molhado: ‘Volta logo, minha casada safada’. Saí, pernas bambas, esperma a escorrer na coxa. Autocarro de volta, fingi normal. Cheguei a casa, Miguel: ‘Boas compras?’. Sorri, ‘Sim, amor’, aliança fria contra a memória quente. No banho, toquei-me outra vez, pensando no risco. Esta dupla vida… vicia. Quero mais.