A Minha Dupla Vida: Confissão de uma Aventura Proibida e Quente

Eu sou a Ana, 38 anos, casada com o António há 12. Vida perfeita: casa em Lisboa, emprego no banco, saias justas e sorriso profissional. Todos pensam que sou a senhora certinha. Mas tenho um segredo que me consome. Chama-se João-Miguel, um tipo sensível, efeminado, daqueles que gesticula com graça e fala com voz suave. Encontrei-o num centro comercial, a roubar bugigangas por puro gozo. ‘Vem comigo, Ana, a adrenalina é brutal’, disse-me ele, os olhos a brilhar. Eu, que nunca fiz nada assim, deixei-me levar. O coração batia forte enquanto metia um lenço na mala. Correu mal. Um segurança viu-nos. Corremos como loucos pelos corredores, saímos para a rua, ele guiava-me por ruelas que só ele conhecia. Entrei num prédio atrás dele, porta entreaberta. Escondemo-nos debaixo da escada, colados, ofegantes. O meu peito subia e descia, o suor escorria. ‘Shhh’, sussurrou ele, a boca perto do meu ouvido. Senti o cheiro dele, misturado com medo e desejo. A aliança no meu dedo roçava a perna dele. Parecia errado, mas o risco… ai, o risco fazia-me molhar.

Ele virou-se, os lábios nos meus. Eu não recusei. Abri a boca, as línguas dançaram, quentes, urgentes. ‘Ana, queres mais?’, murmurou, a mão na minha coxa. Eu assenti, culpada mas excitada. ‘Vamos para minha casa, é aqui perto. A minha mãe não se importa.’ Caminhámos rápido, eu a olhar para trás, o marido a pensar que eu estava no ginásio. Chegámos à casa burguesa, bairro chique. A mãe dele, uma artista maluca com cabelo até ao rabo, abriu a porta. ‘Entra, miúda, vou fazer um lanche.’ Estranho, mas entrei. Ele puxou-me escada acima para o quarto enorme, paredes cheias de colagens. Sentámo-nos na cama, ainda tremendo da fuga. ‘Tira a blusa’, pediu ele, voz doce. Eu hesitei. ‘E a tua mãe?’ ‘Ela sabe, relaxa. Isto excita-te, não excita? Ser uma putinha secreta?’ Sim, excitava. Tirei tudo, a aliança brilhava enquanto ele abria as calças. A pila dele saltou, grossa, o prepúcio a cobri-la toda. Grande para o corpo pequeno dele. ‘Prova, Ana.’ Curvei-me, cheirei o sexo dele, um pouco de mijo mas bom. Lambi o méat, salgado. Ele gemeu. Meti na boca, chupava devagar, a língua a brincar no prepúcio. Ele endureceu tanto, latejava. ‘Assim, chupa mais fundo, caralho.’ A mão dele na minha nuca, fodia-me a boca. Eu gemia, molhada entre as pernas, os dedos na minha cona encharcada. O coração martelava: e se o António soubesse? Mais excitava. Ele acelerou, ‘Vou gozar, engole!’ Jatos quentes na boca, salgado, viscoso. Tentei cuspir mas ele continuou, mais porra na cara, no queixo. Esfregou o caralho babado na minha cara, meteu outra vez na boca. ‘Boa rapariga.’ Limpou-me com as cuecas dele, riu. ‘A mãe espera. Depois continuamos.’

O Segredo Começa a Arder

Desci, cara limpa mas cheirava a sexo. A mãe sorriu, cúmplice. Saí rápido, beijei-o na porta. Voltei para casa, o António no sofá a ver futebol. ‘Treino bom?’, perguntou. ‘Sim, amor, cansada.’ No duche, toquei-me pensando na pila dele, gozei rápido. Culpa? Pouca. O segredo arde mais que tudo. Amanhã, volto ao banco, aliança no dedo, mas debaixo da saia, a cona pulsa pelo próximo risco. Amo esta dupla vida. Quem me dera contar ao mundo, mas o frisson é guardar isto só para mim.

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