A Minha Dupla Vida: A Pipe Secreta que Me Faz Tremer de Prazer

Sou a Ana, 42 anos, casada há 15 com o Miguel, advogado bem-sucedido em Lisboa. De fora, sou a mulher perfeita: casa impecável nos subúrbios, dois filhos na escola, tailleur cinzento no escritório de contabilidade. A aliança brilha no meu dedo, lembrete constante da vida ‘normal’. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Há uns anos, comecei a sentir estas vontades loucas. Não era só sexo com o Miguel, que é rotineiro, previsível. Queria o proibido, o risco de ser apanhada. Sites de encontros discretos tornaram-se o meu vício. Entre e-mails profissionais, espreitava anúncios. O coração acelerava só de pensar. As primeiras experiências foram titubeantes. Um tipo jovem em minha casa, masturbámo-nos à frente de porno, mas ele gozou rápido demais na minha língua, sem eu o engolir. Fiquei frustrada. A segunda, na casa dele, pica maior, chupei com vontade, lambi tudo, mas ainda não era aquilo. As pulsações voltavam mais fortes. Queria sentir o esperma quente na boca, engolir, ser a puta secreta que ninguém imagina.

Esta semana, a tensão era insuportável. O Miguel no trabalho até às 14h, eu tirei meio-dia livre. Marquei com o Carlos, 50 anos, grisalho, barriguinha, fotos prometiam uma pica decente. ‘Quero que me chupes até gozar na tua boca, mostras e engoles’, escreveu ele. Perfeito. O meu cu já tremia de excitação só de ler. Limpei a casa depressa, perfume subtil, maquilhagem natural. Olhei o espelho: aliança reluzente, roupa de senhora recatada. Mas cueca molhada. Às 12h30, campainha. Coração aos pulos. Abri, ele ali, nervoso. ‘Estás pronta?’, murmurou. ‘Senta-te’, respondi com voz rouca, sorriso cúmplice. Ele no sofá, desabotoou calças e boxers, pica já meia-dura, mais pequena que a do anterior – perfeito para engolir toda.

O Segredo que Me Consome Diariamente

Ajoelhei-me, mão nas bolas, massagei devagar. Ele gemeu baixo. Comecei a lamber as couilhas, língua devagar por baixo, subindo a haste toda babada. Parei no freio, circulei com a ponta, saliva escorrendo. Ele endureceu mais. Olhei-o nos olhos, meti o caralho na boca, fechei lábios, comecei os sobe-e-desces lentos. Língua rodando no glande, mão a masturbar a base, outra nas bolas. ‘Assim, caralho, que delícia’, grunhiu ele. Acelerei, garganta aberta como vi nos vídeos – engoli quase todo, nariz no púbis. Ele agarrou-me o cabelo, fodia a minha boca agora. Eu babava toda, saliva pingando no sofá. Sentia a aliança fria contra a sua coxa quente. O risco: e se o Miguel voltasse cedo? Isso só me excitava mais, o cu contraía-se vazio. Ele ofegava: ‘Vou gozar, puta!’. Primeiro jato no céu da boca, quente, salgado, mais dois, encheu-me. Segurei tudo, tirei, mostrei-lhe na língua aberta. Ele arregalou olhos: ‘Engole!’. Gritei baixo, degluti devagar, sabor suave, nem glutinoso. Limpei-lhe a pica chupando restos, ele tremeu pós-gozo.

Vestiu-se rápido, ‘Incrível, voltamos?’, disse beijando-me a testa. ‘Quando eu quiser’, ri eu. Fechou a porta às 13h15. Corri à casa de banho, enxaguei a boca, perfume extra, alinhei o cabelo. O telemóvel vibrou: mensagem do Miguel, ‘Atiro-me ao almoço, chego 14h’. Sorri ao espelho, cara inocente. Jantei com ele à noite, beijos castos, mas o segredo queimava entre as pernas. Amanhã, volto aos sites. Esta dupla vida é o meu vício – culpada? Um bocadinho. Excitada? Demais. Mal posso esperar pela próxima, talvez ele me foda o cu antes de eu voltar para casa.

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