Minha Dupla Vida: A Confissão Proibida com o Padre que Me Fode às Escondidas

Eu sou a Ana, 36 anos, casada com o João há 12. Dois filhos pequenos, casa em Cascais, gerente de banco no Chiado. Toda a gente me vê como a mulher perfeita: sorrisos no trabalho, almoços com colegas, missa aos domingos. Mas… eu tenho um segredo que me deixa a cona a pulsar o dia todo. O Padre António. Começou há meses, na confissão. ‘Padre, eu penso em caralho o tempo todo, traio o meu marido nos sonhos.’ Ele ficou quieto, depois sussurrou: ‘Deus perdoa, Ana, mas eu quero provar-te.’ Olhares na igreja, mensagens no WhatsApp criptografadas. ‘Hoje, motel na Marginal?’ Meu coração dispara só de ler. Hoje foi assim. No escritório, 16h, relógio tic-tac. A aliança no dedo brilha enquanto digito: ‘Sim, 17h30.’ Ele responde: ‘Vem molhada para mim, casada safada.’ Saio cedo, desculpa reunião. Dirijo nervosa, suor nas coxas, cueca já encharcada. Vida normal? Mentira. Eu vivo para isto, o risco de ser apanhada, o pecado que me fode a alma e o corpo.

Chego ao motel discreto, quarto escuro, cheiro a sexo antigo. Ele espera de calças desabotoadas, pau duro já a saltar. ‘Ana, minha puta devota.’ Puxo-o para mim, beijos molhados, língua dele na boca, mãos dele na minha saia. Rasgo a camisa clerical, mordo o peito peludo. ‘Fode-me agora, padre, antes que o meu marido ligue.’ Ele ri baixo, empurra-me contra a parede. Levanto a saia, tiro a cueca, cona raspada exposta, molhada como nunca. Ele ajoelha, lambe devagar, língua no clitóris, eu gemo: ‘Assim, caralho, chupa a cona da casada!’ Dedos dentro, dois, três, bombeia forte. Levanto-o, ajoelho, engulo o caralho grosso, veias pulsantes, bolas cheias. Chupo fundo, saliva escorre, ele agarra o cabelo: ‘Boa menina, engole o pau do teu confessor.’ Não aguento. Deito na cama, pernas abertas. ‘Mete, padre, fode esta cona traidora!’ Ele entra de rompante, sem camisinha, cru, quente. Bomba forte, rápido, urgente – só 20 minutos, tenho de voltar. Sinto o caralho a encher-me, a bater no fundo, cona a apertar. ‘Mais forte, vai, enche-me de porra!’ Ele grunhe, acelera, eu cravo unhas nas costas dele, aliança fria contra a pele quente. Gozo primeiro, tremendo, gritando baixo: ‘Porra, padre, estou a gozar!’ Ele explode dentro, jatos quentes, esperma a escorrer. Ficamos ofegantes, suor misturado, cheiro de sexo no ar. ‘Volta depressa, João pode desconfiar.’ Beijo rápido, limpo com lenços húmidos.

A Rotina Perfeita e o Fogo do Segredo

Saio do motel, pernas bambas, porra a pingar na coxa. Dirijo para casa, rádio ligado, sorriso forçado. Chego, cheiro a bacalhau cozido. ‘Onde estavas, amor?’ ‘Reunião tardia.’ João beija-me, inocente. Janto com os miúdos, ajudo nos TPC, deito-os. No quarto, debaixo dos lençóis com o marido, penso no padre, no esperma ainda dentro de mim. Masturbo-me quietinha enquanto João ronca, gozo de novo, culpada mas viciada. Amanhã missa, ele no púlpito, eu na primeira fila, cona latejante. Esta dupla vida… é o meu inferno delicioso. Quem me dera ser apanhada, só para sentir o fogo maior.

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