Eu sou Inês, 32 anos, casada há 12 com o Etienne, diretor de F&B num hotel duas estrelas em Paris. Vida perfeita: casa bonita, trabalho como chefe de sala ao lado dele, jantares românticos. Mas… infertilidade. Anos tentando engravidar, depressão roendo por dentro. Sexo programado, sem graça. Ele ganhou um prémio europeu e um estágio de um mês em Corniglia, nas Cinque Terre. Ofereceu-me thalasso no mesmo resort, Chiavarini Palace-Hotel, pra me animar pelos nossos anos de casamento.
Chegámos de Gênova, paisagem de sonho: mar azul, vilas coloridas, vinhas. Ele partiu cedo com o grupo de estágio, eu sozinha no paraíso. Caminhava pela Via Lardarina, praia rochosa, quando ouvi: ‘Inês?’. Era o Greg, amigo de infância de Paris, filho de hoteleiros ricos. Alto, bonito, solteiro eterno. ‘O que fazes aqui?’, perguntei, coração acelerado. ‘Thalasso com o Chiavarini. E tu segues o teu marido no estágio.’. Beijámo-nos nas faces, mas o olhar dele… fogo.
A Rotina Impecável e a Tentação que Crescia
Passámos o dia juntos. Almoço de mariscos, praia na Spaggione di Corniglia. Ele falou do concurso do Etienne, ‘contestado’, disse. Rumores de favoritismo do meu pai, italiano antigo patrão dele. Fiquei abalada. Liguei pro Etienne à noite, mas não contei nada. ‘Amo-te’, disse. Mas o Greg mexia comigo. Adrenalina do segredo. Aliança no dedo, mas tesão crescendo. Ele propôs praia isolada no dia seguinte. ‘Vamos unir solidões’, piscou. Eu hesitei… fui.
Barolo no almoço, Asti Spumante na praia escondida sob cornija. Eu, pompette, deitei-me. Dormi. Acordei com mão dele no meu peito. ‘Greg!’, mas o corpo traiu. Mamilo duro sob dedos dele. Ele afastou o biquíni, chupou. Eu gemi. ‘Para…’, mas pernas abertas. Dedos no clitóris, molhada já. Coração batendo forte, medo de alguém ver. ‘Estás tão sexy’, murmurou. Eu via a aliança brilhando enquanto mão dele entrava em mim. Dois dedos fodendo devagar, polegar no pau de prazer. ‘Sim… oh Deus…’. Orgasmo veio rápido, corpo arqueado na areia quente.
O Sexo Selvagem na Praia Escondida
Não parou. Baixou o meu slip, pau duro saindo das cuecas. ‘Quero-te agora’. Urgência total. Virei de costas, rabo empinado. Ele cuspiu na mão, untou a cona latejante. Entrou de uma vez, grosso, enchendo-me. ‘Caralho, que apertadinha… casada e gulosa’. Fodia forte, rápido, ondas batendo perto. Mão na boca pra não gritar. Aliança fria contra areia, suor misturado, cheiro de mar e sexo. ‘Mais fundo, fode-me!’. Gozei de novo, cona apertando pau dele. Ele grunhiu, gozou dentro, quente jorrando. ‘Segredo nosso’, disse, limpando-me.
Voltei ao hotel, banho rápido. Liguei pro Etienne: ‘Tudo bem, amor? Saudade.’. Sorri culpada, mas excitada. Corpo ainda tremendo. No espelho, vermelha, satisfeita. Vida pública: esposa fiel, profissional. Mas agora, esta double vida… o risco de ser apanhada, o pau dele na memória. Amanhã mais? O frisson me vicia. Culpada? Pouco. Tesão total. Ninguém sabe. Ainda.