Minha Confissão: A Dupla Vida com o Duque Escocês

Eu sou Inês, 35 anos, casada há dez com o João, professor como eu em Lisboa. Vida perfeita: casa arrumadinha, aulas na uni, jantares em família. Mas… tenho um segredo. Voltei à Escócia para ‘completar minha tese sobre lagos de altitude’. Mentira. É pro Duque Albert Mean, aquele castelo isolado, o mordomo Ronald e as noites que me deixam tremendo.

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Cheguei com minha amiga Méline, que pagou tudo. Ela acha que é férias pra melhorar o inglês dela. Eu? Meu coração bate forte só de ver o Duque na porta. ‘Bem-vinda de volta, Roxane’, diz ele, com aquele sorriso safado. Não, meu nome é Inês, mas aqui sou ‘Roxane’, a submissa dele. Meu anel de casamento brilha no dedo enquanto aperto a mão dele. Sinto culpa, mas o tesão é maior. Ele me entrega um saquinho: bolas de geisha. ‘Coloca agora.’ Meu cu aperta só de pensar. Subo as escadas devagar, sentindo-as deslizar pra dentro, roçando minha boceta molhada. Cada degrau é uma tortura deliciosa.

A Rotina Fingida e o Desejo que Queima

No carro pro festival highland games, ele dirige, eu no banco da frente. Levanto a saia como ele quer, sem calcinha, boceta exposta pro vento. Méline atrás, dormindo depois da festa. Ronald também. O risco… e se acordarem? Meu coração martela. ‘Tira o vestido’, ordena ele baixinho. Obedeço, nua no banco, peitos livres, mamilos duros. Ele sorri. ‘Abana as coxas e toca na buceta.’ Hesito. ‘Vai, vadia.’ Meu dedo entra fácil, tão encharcada. Gozo rápido, mordendo o lábio pra não gemer alto. Ele ri. ‘Boa menina.’

O Encontro Urgente e o Prazer Explosivo

De volta ao castelo, noite alta, saio correndo pra casa… quer dizer, pro quarto. Mas ele me para no escuro do jardim. ‘De joelhos.’ Meu marido liga: ‘Chegaste bem, amor?’ ‘Sim, cansada.’ Enquanto falo, a pica dele entra na minha boca. Grossa, veias pulsando, cheiro de homem. Chupo gulosa, língua no saco, engolindo até a garganta. Ele segura meu cabelo, fode minha cara. ‘Engole tudo.’ Goza jatos quentes, salgado, escorrendo no queixo. Limpinho com a língua, enquanto desligo o telefone. Ele me vira, enfia no cu sem misericórdia. ‘Ahh, fode meu cu, Duque!’ Dolorido, mas eu amo. Boceta pingando no chão. Ele soca forte, mão no meu anel: ‘Teu marido sabe que és uma puta?’ ‘Não… por favor…’ Gozo gritando baixo, corpo tremendo. Ele enche meu cu de porra, escorrendo pelas coxas.

Visto o robe rápido, subo pro quarto. Méline dorme ao lado. Lavo o cheiro dele, mas sinto ainda: cu arrombado, boceta inchada. Amanhã, volto pra tese falsa, almoço com ela, finjo normal. Mas no espelho, sorrio. O segredo me queima por dentro. Casada certinha de dia, puta submissa à noite. O risco de ser apanhada? É o que me faz voltar. Meu coração acelera só de pensar na próxima vez. Quem diria que eu, a Inês perfeita, viveria isso?

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