Sou a Ana, 38 anos, casada há 15, mãe de dois, gerente de banco em Lisboa. Vida perfeita por fora: casa impecável, marido dedicado, rotina certinha. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. O meu vizinho, o Rui, alto, atlético, olhos que me devoram. Começou com olhares no prédio, mensagens quentes, fotos proibidas. Quinta-feira, o dia. Menti ao marido: “Vou trabalhar até tarde, reunião fora.” Levei as crianças à escola a pé, como sempre, mas o coração batia forte. Aliança no dedo, brilhando, enquanto pedalava para o hotel no Chiado. Antigo, ruas estreitas, cheias de turistas no verão, mas agora vazio pela pandemia. Parei a bicicleta longe, saco ao ombro com tupperwares para disfarçar. Na receção, rapariga jovem, máscara azul, olha-me curiosa. “Senhora Ana, quarto executivo no topo. Tranquilo para trabalhar.” Sorri, mas suava. “Sim, preciso de paz, casa é um caos.” Ela piscou: “Muita gente como si, a fugir.” Senti o rubor. E se adivinhasse? Entrei no elevador, mãos húmidas. Mandei mensagem ao Rui: quarto 512. Esperei, andando de um lado para o outro. Dúvida: e se o marido liga? E se nos apanham? Mas o desejo vencia. Batida na porta. Abri, ele entra rápido, fecha. “A rececionista é gira, mas eu sou melhor,” ri ele, puxando-me. Beijei-o com fome, sentindo o cheiro dele, suor fresco. “Tens saudades da minha cona?” sussurrei, culpada mas molhada.
Ele não esperou. Mãos nas minhas coxas, sobe a saia pencil preta. “Raspa-te toda para mim?” Sim, surpresa: depilei-me ontem, lisa como rapariga. Ele ajoelha, baixa as cuecas rendadas. “Olha esta surpresa,” diz, tocando o piercing no clitóris, argola fina que comprei para ele. Coração aos pulos, porta fina, risco de barulho. Ele lambe devagar, língua quente na cona rasada. Gemi baixo: “Rui, devagar, vão ouvir.” Mas abri as pernas, mão no cabelo dele, aliança fria contra a testa quente. Dedos dentro, dois, fodendo-me ritmado. “Estás encharcada, traidora.” Gozei rápido, pernas a tremer, sumo escorrendo pela coxa. Ele levanta-se, pau duro forçando as calças. Eu ajoelho, desabotoo, engulo o caralho grosso, veias pulsando. Chupo forte, bolas na mão, saliva escorrendo. Ele geme: “Fode a boca, Ana casada.” Olho para cima, ele filma com o telemóvel – risco extra. Goza na garganta, engulo tudo, lambo o resto. “Adoro trair assim,” digo, excitada pela culpa. No cama, ele rasga a blusa, mama livre, chupa mamilos duros. Monto-o, cona engolindo o pau até ao fundo. Fodo rápido, urgente, relógio a ticar – tenho de sair às 17h. Ele aperta as nádegas: “Mais forte, puta secreta.” Gozamos juntos, eu por cima, unhas nas costas dele, mordendo o ombro para não gritar.
O Plano Secreto e a Tensão Crescente
Hora de ir. Visto-me depressa, cheiro a sexo, mas perfume por cima. Beijo final: “Semana que vem, mais.” Desço escadas para não me cruzar com ele na receção. Fora, bicicleta, vento frio na cara corada. Chego a casa, marido: “Como correu o trabalho?” Sorrio: “Cansativo, mas bom.” Janto, banho, cama. Deito-me ao lado dele, cona ainda latejante, piercing a roçar. Penso no Rui, no risco, na aliança suja. Culpada? Um pouco. Mas excitada para caralho. Esta dupla vida é o meu vício. Amanhã, volto à rotina, mas já conto os dias para o próximo segredo.