Sou a Maria, 38 anos, casada há 12 com o João, gerente de banco em Lisboa. Vida perfeita de fora: casa em Cascais, dois filhos, eu sou advogada numa firma respeitável. Todos acham que sou a esposa dedicada, a mãe exemplar. Mas… ai, meu Deus, tenho uma dupla vida. O Paulo, esse homem de 55 anos, importador rico, é o meu vício. Ele mora numa villa isolada nos arredores, como um Paolo qualquer de Écully, mas aqui no nosso Portugal. Ontem à noite, o telemóvel vibrou. Mensagem dele: ‘Vem já. Preciso de ti no cu.’ O coração disparou. O João via o jogo na TV, as crianças dormiam. ‘Vou ao supermercado, esqueci leite’, menti, beijando-o na testa. Culpa? Pouca. Excitação? Imensa. A aliança brilhava no dedo enquanto acelerava pela autoestrada, o peito apertado, imaginando o risco. E se o João ligasse? E se alguém me visse entrar na villa dele?
Cheguei às 22h30. Ele abriu a porta, olhos famintos. ‘Entra, puta casada’, sussurrou, puxando-me pela cintura. A capa que pus para me esconder voou. Beijámo-nos com fome, línguas enroladas, mãos dele no meu rabo. ‘Tira tudo menos a aliança’, ordenou. Obedeci, tremendo. Nua, só com o anel do casamento, ajoelhei-me no escritório dele, como uma vadia. A pila dele, grossa e dura, saltou das calças. Chupei-a vorazmente, engolindo até à garganta, saliva escorrendo. ‘Assim, boa esposa infiel’, gemeu ele, segurando o meu cabelo. Levantei-me, dobrei-me sobre a secretária. Ele cuspiu na minha cona molhada, enfiou dois dedos. ‘Estás encharcada, Maria. O teu marido não te fode assim.’ Não, não fode. Ele lambeu o meu cu, a língua quente abrindo-me, preparando. ‘Agora, devagar?’, perguntei, ofegante. ‘Não, puta. Rápido e fundo.’ Empurrou a pila no meu cu sem misericórdia. Arquejei de dor e prazer, o coração aos pulos. ‘Fode-me forte, Paulo! Antes que o meu homem acorde.’ Ele bombava como um animal, o saco a bater na minha cona, mão no meu clitóris. ‘Grita baixo, senão os vizinhos ouvem.’ Gemi abafado, o corpo a tremer. Virou-me, deitei-me na poltrona club dele, pernas abertas. Enfiou na cona primeiro, molhando tudo, depois alternou: cona, cu, cona, cu. ‘Vou gozar no teu cu casado’, rosnou. Acelerei o ritmo, unhas nas costas dele. Gozei primeiro, cona a contrair, jatos quentes. Ele explodiu dentro do meu cu, enchendo-me de porra quente. Ficámos ofegantes, suor misturado, a aliança fria contra o peito dele.
O Segredo que Me Consome
Limpei-me às pressas com lenços húmidos, o cu a arder, porra a escorrer. ‘Vai, antes que te apanhem’, disse ele, beijando-me. Voltei para casa a voar, cheguei às 23h45. O João roncava no sofá. ‘Leite comprado’, sussurrei, guardando a caixa vazia. Tomei banho rápido, o cheiro dele ainda na pele. Deitei-me ao lado do marido, o cu latejante, a cona sensível. Sorri no escuro. Ninguém sabe. Amanhã sou a advogada séria no tribunal, a mãe no colégio. Mas no fundo, sou a amante viciada no risco, na pila dele no meu cu. Esta dupla vida… mata-me de culpa, mas excita-me mais. Quando será a próxima? O telemóvel já vibra na minha mente.