Acordei ofegante esta manhã, suada, com o corpo ainda tremendo do sonho. No delírio, estava nua no meio de um quarto escuro, pernas abertas, vários homens me olhando com fome. O primeiro se aproximou, pau duro, e me penetrou de uma vez. Eu gemia, pedia mais… mas o alarme tocou. Sentei na cama, coração disparado. Ao lado, o João dormia tranquilo. Minha aliança de ouro brilhava no dedo. Esposa fiel há sete anos, advogada em Lisboa, casa impecável nos subúrbios. Vida perfeita, né? Mas… e se não for?
Levantei devagar, sentindo o vazio na cona. Tomei banho, toquei-me um pouco, mas parei. Não era suficiente. No espelho, me arrumei: saia lápis justa, blusa decotada, salto alto. O colar com coraçãozinho – sinal secreto para o João de que estou com tesão. Ele sorriu ao sair pro trabalho. ‘Estás linda, amor.’ Beijei-o, mas pensei noutra pessoa. No bus, olhares dos homens me devoravam. No escritório, o chefe parou na minha porta, olhos nos meus peitos. ‘Precisas de ajuda, Ana?’ Cruzei as pernas, saia subiu. Ele engoliu em seco. Ri por dentro. Culpa? Um pouco. Mas o tesão vencia.
A Rotina Perfeita e o Fogo Proibido
Há meses vivo esta duplicidade. O Ricardo, melhor amigo do João desde a faculdade. Começou inocente: almoços, confissões. Ele libertino, eu ‘a boa moça’. Mas um dia, num copo a mais, beijámo-nos. Desde então, fodemo-nos em segredo. Hotéis, carros, até no meu carro no supermercado. Adoro o risco: coração aos pulos, medo de ser apanhada, mas a cona a pulsar. Ontem, o João chegou tarde, cansado. Fizemos amor rápido, ele gozou em dois minutos. Fiquei frustrada. Mandei SMS ao Ricardo: ‘Preciso de ti HOJE. Antes de voltar pra casa. Estacionamento atrás do escritório, 18h. Rápido e sujo.’ Ele: ‘Vou foder-te até implorares, puta casada.’ Meu cu apertou de ansiedade.
O Encontro Urgente e Explosivo
Cheguei primeiro, pernas bambas. O carro dele parou ao lado, vidros escuros. Entre sem palavra, sentei no colo dele. ‘Tira essa cueca já.’ Ele riu rouco, mãos nas minhas coxas nuas – nada por baixo, molhada desde o almoço. ‘Estás ensopada, safada. O João não te satisfaz?’ Beijei-o com fome, mordi o lábio. ‘Cala-te e fode-me.’ Desabotoou as calças, pau grosso saltou, veias pulsando. Olhei minha aliança brilhando enquanto guiava ele pra dentro da minha cona. ‘Caralho, que pau enorme!’ Ele agarrou minha bunda, empurrou fundo. ‘Grita baixo, senão nos apanham.’ Bati forte, carro balançava. Seios saltavam, ele chupava mamilos duros. ‘Mais rápido, Ricardo! Fode esta cona de casada!’ Sentia o risco: carros passando, alguém podia ver. Coração na boca, gozei violentamente, unhas nas costas dele. ‘Porra, Ana, apertas tanto!’ Ele acelerou, gozou dentro, jatos quentes enchendo-me. Fiquei ali, tremendo, cona pingando por ele.
Saí às pressas, arrumei a saia, perfume no pescoço pra disfarçar cheiro de sexo. Voltei pra casa, cozinhei jantar como se nada. João chegou, abraçou-me. ‘Cheiras bem, amor. Boa reunião?’ Sorri, culpada mas excitada. ‘Sim, produtiva.’ Comemos, conversámos banalidades. Debaixo da mesa, sentia o sêmen dele escorrendo. Meu segredo queimava. De noite, no banho, toquei-me pensando no risco. Sou a esposa dedicada, mãe em potencial, profissional séria. Mas no fundo, a puta viciada no proibido. Amanhã? Mais um risco. O frisson não para. E o João? Nem sonha. Esta dupla vida… é o meu vício.