Empurrei o portãozinho de madeira da velha casa abandonada nos arredores de Lisboa. O coração batia-me tão forte que pensei que ia explodir. Culpa, sim, um bocado. Sou a Ana, 32 anos, casada com o Rui, inspetor fiscal certinho, mãe da pequena Sofia. De dia, engenheira ambiental, a promover o tri seletivo nas reuniões da câmara. Vida impecável, aliança a brilhar no dedo. Mas à noite… à noite, eu vivo outra vida.
Há meses que isto começou. Vi o carro do Rui numa rua estranha, pensei que me traía. Segui-o até aqui, mas ele cultivava erva na antiga dependência do jardim. Em vez de confrontar, fiquei fascinada. O segredo dele acendeu o meu. Comecei a voltar sozinha, e um dia… encontrei o João. O tipo que cuida do spot, barbudo, mãos calejadas de jardinagem ilegal. Olhares, conversas sussurradas sobre o risco. Agora, é o meu amante. Adoro isto. O frisson de ser apanhada, de sujar a minha imagem perfeita.
A Rotina Perfeita e o Chamado do Proibido
Hoje, disse ao Rui que ia ao ginásio depois do trabalho. Ele nem piscou, beijou-me a testa, foi buscar a Sofia à creche. Eu? Dirigi até aqui, saia justa a subir pelas coxas, blusa fina a marcar os mamilos duros. Olhei em volta, nervosa. ‘Ninguém me viu, certo?’ pensei, mordendo o lábio. O cheiro de erva madura no ar, misturado com podridão da casa. Entrei no jardim abandonado, angelito partido no chão, árvores a esconderem-me. O telemóvel vibrou: ‘Estou à espera, cona gulosa.’ Sorri, molhei-me toda.
Ele surgiu da dependência, olhos famintos. ‘Ana, casadinha… vieste foder?’ Agarrou-me pela cintura, beijou-me com força, língua a invadir. Senti o pau dele duro contra a minha barriga. ‘Sim, João, fode-me rápido, tenho de voltar antes do jantar.’ Ele riu, baixinho. Puxou-me a saia, rasgou as cuecas finas. Dedos grossos na minha cona já encharcada. ‘Estás pingando, safada. O teu mari não te satisfaz?’ Gemi, ‘Shh, não falas dele.’
O Sexo Selvagem e o Regresso à Normalidade
Empurrou-me contra a parede mossenta da casa. A aliança fria no dedo roçava a pele quente dele enquanto lhe abria a braguilha. O caralho saltou, grosso, veias pulsantes, pré-gozo na ponta. Chupei-o com fome, engoli até à garganta, saliva a escorrer. Ele agarrou-me o cabelo: ‘Boa putinha casada, mama bem.’ Cuspiu na mão, esfregou no cu. ‘Queres no cu hoje?’ Hesitei, ‘Rápido, sim.’ Virou-me, cuspiu na cona, enfiou de uma vez. Doía bom, estiquei-me toda. ‘Fode, caralho, mais forte!’ Ele bombava, bolas a bater no clitóris, mão na boca para eu não gritar. O coração aos saltos, risco de alguém ouvir. Gozei primeiro, cona a apertar, pernas a tremer. Ele grunhiu, ‘Vou gozar dentro!’ Encheu-me o cu de porra quente, escorrendo pelas coxas.
Limpei-me como pude com lenços, vesti-me a tremer. Beijo rápido, ‘Volta depressa, minha traidora.’ Saí, portão fechado devagar. No carro, espelho: rosto corado, cabelo despenteado. Cheguei a casa, Rui a aquecer o jantar. ‘Treino bom?’ ‘Sim, amor, suada toda.’ Abracei-o, cheiro dele normal, o meu ainda com porra a pingar. Deitei a Sofia, jantei, ri das piadas dele. Na cama, ele tocou-me, mas eu disse cansada. Deitei-me, cona a pulsar, recordando o caralho do João. Amanhã, volto ao trabalho, sorrisos profissionais. Mas no fundo, sei: sou viciada neste segredo. A culpa excita-me mais. Quem diria que a Ana perfeita tem um cu cheio de porra alheia? Adoro esta dupla vida.