Confissão Íntima: Minha Dupla Vida de Esposa Exemplar e Amante Insaciável

Sou a Ana, 38 anos, casada com o João há 12. Advogada respeitada em Lisboa, casa impecável nos subúrbios, rotina de jantares em família. Mas… ai, o segredo. Minha tia Gertrudes, aquela velha senhora de olhos vivos, me contou tudo numa visita. Ela, outrora prostituta num bordel chique do Chiado, gerido por uma amiga dela, a Geneviève. ‘Menina, o prazer vale o risco’, disse ela, piscando. Meu coração disparou. Eu, com a aliança brilhando no dedo, imaginei. Menti pro João: ‘Reunião com cliente’. Saí tremendo de excitação e culpa. Dirigi até o endereço que tia me deu, um salão discreto no Bairro Alto. ‘Vai lá, deixa a Simone preparar-te’, sussurrou ela ao telefone. Entrei, perfume forte, cortinas vermelhas. Simone, loira peituda, sorriu: ‘A sobrinha da Gertrudes? Despir-te, querida.’ Hesitei. ‘Aqui? Toda?’ Ela riu: ‘Para a depilação íntima, sim. Os homens adoram liso.’ Meu pulso acelerava, via a aliança contra a pele. Tirei tudo, nua na mesa, arrepios. A cera quente na cona… ai, que pico! Ela espalhou, esperou secar, arrancou. ‘Grita se quiseres’, mas eu gemi baixo, molhada já. Dedos dela massageando o creme, roçando o clitóris. ‘Estás pronta pro que vem’, murmurou.

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Não era só depilação. Geneviève ligou: ‘O Bertrand chega já. Ele é discreto, mas fode como um touro.’ Meu Deus, o risco! Ele entrou, careca, fato elegante. ‘Medidas primeiro’, disse seco. Mão no meu peito, fita métrica nos mamilos duros. ‘E agora as coxas.’ Abri as pernas, cona exposta, latejando. Ele sorriu: ‘Lindo trabalho, Simone.’ Então, sem aviso, baixou a braguilha. O caralho dele, grosso, veias pulsantes, apontado pra mim. ‘Rápido, antes de ires pra casa’, grunhiu. Eu, deitada, pernas abertas, coração na garganta. ‘Fode-me’, pedi, voz rouca. Ele cravou de uma vez, fundo, esticando minha cona recém-lisa. ‘Caralho, que apertada’, gemeu, bombando forte. Eu mordi o lábio, unhas nas costas dele, sentindo cada estocada bater no colo do útero. ‘Mais rápido, ele pode ligar!’, ofeguei. Ele acelerou, bolas batendo na minha pele, suor pingando. Meu clitóris inchado roçava nele, orgasmos vindo em ondas. ‘Goza dentro, enche-me!’, supliquei, esquecendo tudo. Ele explodiu, jatos quentes enchendo-me, escorrendo. Tremi toda, cona contraindo em volta do pau mole agora. ‘Bom rapaz’, disse Simone, limpando com um pano.

O Segredo que Acelera o Coração

Vesti-me às pressas, cona ardendo, esperma a pingar na cueca. Beijei tia ao sair: ‘Obrigada.’ Dirigi pra casa, aliança fria no volante, cheiro de sexo no ar. João: ‘Como foi?’ Sorri: ‘Tudo bem, amor.’ No banho, toquei-me, revivendo. Culpa? Pouca. Excitação? Imensa. Amanhã, mais uma ‘reunião’. Essa dupla vida… vicia. O segredo queima, mas queima tão bom.

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