Sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o Pedro, gerente de contas num banco em Lisboa. De dia, sou a esposa perfeita: jantares em família, yoga aos sábados, reuniões no escritório onde todos me veem como a profissional impecável. Mas à noite… ai, à noite o meu cu lateja por algo que o Pedro nunca me daria. O meu amante, o Rui, um tipo de 45, viúvo, sabe exatamente como me tratar. Ele adora palmadas, e eu? Eu vivo para isso. O contraste da minha aliança no dedo enquanto a mão dele me abre as nádegas… faz-me tremer.
Hoje foi mais um dia daqueles. Menti ao Pedro que ia jantar com colegas de trabalho. ‘Não tarda, amor, é rápido.’ O coração batia-me forte no elevador até ao apartamento dele no Chiado. Ele abriu a porta, sorriso malandro: ‘Então, vadiazinha, já fizeste merda para merecer?’ Eu ri, nervosa, mas provoquei: ‘Talvez tenha flertado com o estagiário hoje. Achas que mereço?’ Ele fechou a porta, olhos escuros. ‘Tira a saia, mas deixa as cuecas.’ Obedeci, sentindo o ar fresco na pele. O meu cu é perfeito para isso – redondo, firme, como ele diz, ‘feito para apanhar fogo’. Ele sentou-se no sofá, puxou-me para o colo, de bruços. A aliança roçava na coxa dele enquanto eu me posicionava, o rabo ao alto.
A Rotina Perfeita e o Chamado do Pecado
As primeiras palmadas foram leves, sobre a saia ainda, mas subiu-a devagar, revelando as cuecas de renda preta. ‘Mereces por ser uma puta casada’, murmurou, e a mão caiu forte. Plass! O ardor subiu como eletricidade, direto à cona, que já escorria. Hesitei: ‘Rui… devíamos parar, o Pedro…’ Mas ele riu: ‘Para? O teu cu está a implorar.’ Plass! Plass! Mais forte, alternando nádegas, o som ecoava no quarto. Senti as lágrimas nos olhos, mas gemi: ‘Mais, por favor…’ Ele baixou as cuecas até aos joelhos, expondo-me toda. O meu cu nu, rosado, tremia. ‘Olha esta cona molhada, Ana. Traidora.’ Os dedos dele roçaram os lábios inchados, entraram, fodendo-me devagar enquanto palmava. Cada estalo fazia a cona apertar nos dedos dele. ‘Vai-te foder, vadia, goza com palmadas.’ Eu arqueava, o coração disparado – e se o Pedro ligasse?
A Punção Ardente e o Gozo Explosivo
Não aguentei. Virei-me, ajoelhei, chupei a pila dele, dura como pedra, babando toda. ‘Fode-me o cu agora’, supliquei, o risco a excitar-me mais. Ele deitou-me no sofá, cuspiu na roseta, enfiou devagar. ‘Sente esta punição, puta.’ Entrou fundo, bombando rápido, as bolas a bater no meu clitóris. Palmava enquanto fodia, plass-plass no cu já vermelho. Gozei primeiro, gritando baixo, a cona a jorrar no sofá. Ele acelerou: ‘Vou encher-te o cu de porra.’ E veio, quente, escorrendo pelas coxas. Limpou-me com a cueca, beijou as marcas vermelhas. ‘Vai para casa com o cu a arder.’ Vesti-me às pressas, o cu latejante, a cona ainda pulsando.
Cheguei a casa, o Pedro a dormir no sofá, TV ligada. Beijei-o na testa, deitei-me na cama com o cu ardendo sob o lençol. Toquei discretamente, sentindo a porra seca. Culpa? Um bocadinho, mas o frisson… ai, o frisson de ser a esposa certinha com o cu fodido pelo amante. Amanhã no escritório, sentar-me-á dolorido, mas sorrirei. Já penso na próxima provocação. Esta dupla vida é o meu vício. O segredo que me faz viva.