Sou a Ana, 35 anos, casada há 10 com o Ricardo, pai dos meus dois gémeos. De dia, sou a designer gráfica impecável no escritório em Lisboa, a mãe dedicada que leva as crianças à escola, a esposa que cozinha jantares saudáveis. Mas à noite, no telemóvel escondido, o desejo explode. Tudo começou há uns meses, quando o Ricardo adormeceu outra vez, ressonando como um tractor. Eu, ali na cama, o coração a bater forte, abri o Messenger. Lá estava ele, o Miguel, um ex-namorado de há anos, o ‘maître-nageur’ da praia de Cascais. Trocámos mensagens inocentes no início, mas depressa virou fogo. ‘Lembras-te como chupavas o meu caralho?’, escreveu ele. Eu ri, culpada, mas a cona já latejava. Ele casado também, com uma professora, mas ‘aberto’, dizia. Mandei foto das mamas, ainda cheias do aleitamento antigo, e ele pirou. Dias de desafios: eu a enfiar pepino na raba, a dançar nua no quarto enquanto os miúdos dormiam. Ele mandava vídeos da pila dura, veias saltadas. A tensão crescia. Vida normal de dia – aliança no dedo, beijos castos no marido –, mas à noite, a fome. ‘Preciso de ti dentro de mim’, confessei um dia. Ele marcou: motel discreto nos subúrbios, 15h, antes de eu buscar as crianças.
O coração martelava no peito enquanto dirigia. E se alguém me visse? Parei no motel, quarto fedorento a desinfectante, cortinas encardidas. Ele chegou ofegante, fato amarrotado do trabalho. ‘Ana, estás mais gostosa que nunca’, murmurou, puxando-me para si. Beijo molhado, língua faminta, cheiro a suor e aftershave. Tirei a saia, ele os calções – pila grossa, roxa na cabeça, latejando. ‘Fode-me já, rápido, tenho de ir embora’, pedi, voz trémula. Ele riu: ‘Impaciente, safada.’ Deitei-me na cama rangente, pernas abertas, cona ensopada pingando. Ele cuspiu na mão, esfregou na rola, e meteu de uma. ‘Ahhh, caralho, que apertadinha!’, grunhiu. Eu gemi alto, unhas nas costas dele, sentindo cada centímetro a rasgar-me. A aliança brilhava no meu dedo, contrastando com a mão dele apertando a minha anca. Batia forte, urgente, cama a bater na parede. ‘Mais rápido, vai, goza dentro!’, implorei, o risco a excitar-me mais. Ele acelerou, bolas a bater no meu cu, suor a pingar. Virou-me de quatro, meteu dois dedos na raba enquanto fodia a cona. ‘Gostas assim, puta casada?’, perguntou, puxando cabelo. ‘Sim, fode esta cona traidora!’ Orgásmo veio como tsunami, corpo a tremer, esguichando no lençol. Ele gozou logo, jatos quentes a encher-me, gemendo ‘Toma tudo, Ana!’. Saímos suados, cheiro a sexo na pele, 20 minutos no total. Beijo final: ‘Da próxima, mais tempo.’
O Segredo que Começou a Ferver
Voltei a casa a voar, cona a latejar, esperma a escorrer na cueca. O Ricardo: ‘Onde estavas?’ ‘Reunião extra no escritório’, menti, sorriso perfeito. Beijei-o, jantei com os miúdos, história na cama. Debaixo dos lençóis, toquei-me devagar, revivendo cada estocada. Culpa? Um bocadinho, sim, mas o frisson… Meu Deus, é viciante. A aliança no dedo, o cheiro dele ainda no cabelo, o segredo a queimar. Amanhã, mais mensagens. Esta dupla vida – esposa santa, amante vadia – faz-me sentir viva. E se me apanham? O risco só me molha mais.