Sou a Ana, secretária de direção numa empresa de transportes. Casada há dez anos com o João, vida impecável: casa asseada no Porto, jantares em família, reuniões sérias no escritório. Uso sempre a aliança a brilhar no dedo, sorriso profissional. Mas lá no fundo… adoro o risco. O coração a bater forte, o medo de ser apanhada. É o que me faz pulsar. Na festa de fim de ano, tudo explodiu.
Tudo começou inocente. Apéritivo às sete, vinho a correr, piadas picantes à mesa em U. Eu entre o patrão e o diretor de RH, o Miguel. Ele, alto, olhos safos, sempre a olhar para o meu decote. Vesti-me sexy: blusa vermelha cavada, calças baixas, tatuagem de serpente a espreitar na lombar. O João ligou: ‘Diverte-te, amor, mas volta cedo.’ Culpa? Um bocadinho. Mas o álcool aquece, a música chama. Vamos dançar.
A Rotina Casada e o Fogo Escondido
Na pista, pouca gente. Eu com o Miguel, corpos a roçar. Mãos nas ancas, respirações quentes. ‘Estás boa esta noite’, sussurra ele. Eu rio, viro-me, mostro a tatuagem. As mãos dele descem, apertam. Sinto o pau dele duro contra mim. O coração martela. Colegas olham, riem. A minha secretária pessoal, a Carla, gira à volta, olhos brilhantes: ‘Vai, Ana, mostra-lhe!’ Tiro a blusa devagar, sutiã vermelho aos ares. Seios livres, mamilos duros. Silêncio na sala. Calças abaixo, fio dental a aparecer. Pubis aparado, serpente na nádega. Nuas, danço. Exhibitionista? Sim, adoro.
A Explosão na Pista e o Regresso ao Silêncio
Miguel não aguenta. Braguilha aberta, pau fora, grosso, veias saltadas. Eu ajoelho, chupo. Língua no glande, bolas na mão. Sucção forte, saliva a escorrer. Ele geme: ‘Caralho, Ana…’ Levanto-me, viro costas, abro pernas. ‘Enfia-te em mim!’ Ele obedece. Pau a entrar na cona molhada, fundo todo. Empurrões rápidos, urgentes. Mãos nas minhas tetas, beliscões nos mamilos. ‘Fode-me forte!’, grito. Carla grita: ‘Mais fundo, Miguel! Dedo no cu dela!’ Ele mete, dois dedos no ânus, enquanto me lima. Corpo a tremer, cona a contrair. ‘Vem aí!’, ahano. Gozo forte, pernas bambas, sumos a escorrer coxa abaixo. Ele acelera, ‘Raio, vou gozar!’, jatos quentes dentro, enchendo-me. Ficamos colados, suados, música lenta. Pano no chão, eu nua nos braços dele. Colegas aplaudem baixinho, copos erguidos.
Quinze minutos depois, roupa no corpo. Patrão já foi, graças a Deus. Dançamos mais, beijos molhados. ‘Quero mais’, sussurro. Vamos para casa dele, nua no carro, subo escadas exposta. Noite louca: foda no sofá, cu lambido, gozos múltiplos. Domingo, regresso a casa. João: ‘Foi boa a festa?’ Sorrio: ‘Sim, cansada.’ Chovo, faço jantar, aliança no dedo. Segunda no trabalho, olhares tortos. Carla fria, evita-me. Com Miguel, profissionalismo puro. Mas debaixo da mesa, mão na minha coxa. Sinto o esperma seco ainda, cona sensível. O segredo arde. Noite em casa, fodo o João pensando no risco. Esta dupla vida… culpa mínima, excitação máxima. Amanhã? Quem sabe. O frisson não para.