Eu sou a Ludivine, dona da estalagem do Encruzilhada. Toda a gente me conhece como a rapariga alegre, casada com o João, sempre a servir cerveja forte e pratos fartos. Vida certinha: acordo cedo, limpo as mesas, cozinho para os viajantes dos sete aldeias. O João brassa a cerveja, eu trato das vacas e dos clientes. Ninguém imagina o que se passa por baixo desta saia florida. Tenho 35 anos, corpo roliço mas firme, mamas cheias que ainda chamam olhares. O anel no dedo brilha, lembrete do casamento há 12 anos. Mas… ai, meu Deus, o Gedéon. O prefeito de Mirmont, aquele grandalhão gordo, barbudo, com olhos escuros que me devoram. Ele vem sempre, come como um porco, ri alto. Mas é o meu segredo sujo. Adoro o risco, o coração aos pulos, o medo de ser apanhada. Ontem, outra vez. O João saiu para a brasa da cerveja, disse que demorava. ‘Vou ordenhar as vacas, amor’, menti, com um beijo na cara dele. Saí pela porta das traseiras, pernas a tremer. O Gedéon esperava no celeiro, montado no cavalo, suado da viagem noturna. ‘Vem cá, putinha’, rosnou baixo, voz grossa. O meu clitoris latejava já. ‘Depressa, ele volta logo’, sussurrei, culpada mas molhada.
Ele desmontou num pulo, agarrou-me pela cintura com aquela mão enorme, gordurosa do frango que comeu na mesa. Senti o contraste: o meu anel frio contra a pele quente dele. ‘Tira isso’, disse, beijando-me o pescoço, barba a picar. Tirei a blusa rápida, mamas saltando livres, mamilos duros como pedras. Ele gemeu, apertou-as forte, beliscando até doer. ‘Caralho, que tetas boas’. Puxou-me a saia, cuecas já ensopadas. Dedos grossos entraram na minha cona, dois de uma vez, fodendo devagar. ‘Estás pingando, vadia casada’. Eu gemi, ‘Sim, fode-me, mas rápido’. Ele riu, abriu as calças, sacó aquele caralho enorme, grosso como o meu pulso, veias inchadas, cabeça roxa a pingar pré-gozo. Coração batia tão forte que ouvia. Olhei para a porta do celeiro, qualquer barulho… Empurrou-me contra a parede de feno, pernas abertas, entrou num golpe seco. ‘Ahhh!’, gritei baixo, cona esticada ao limite, preenchida toda. Ele fodia forte, brutal, barriga gorda batendo nas minhas coxas, bolas pesadas a dar nos meus lábios. ‘Gostas do caralho do prefeito, hem? Traidora’. ‘Sim, fode mais, rasga-me!’. Mudou, virou-me de costas, cuspiu na mão, esfregou no cu. ‘Vou-te partir o rabo’. Empurrou devagar, dor boa, depois meteu tudo. Alternava: cona, cu, cona, rápido como animal. Suor escorria, cheiro de sexo e feno. ‘Chupa’, mandou, saindo e metendo na boca. Engoli fundo, garganta fodida, baba escorrendo. Ele grunhiu, ‘Vou gozar!’. Segurei as bolas, chupei forte, jato quente encheu-me a boca, engoli tudo, lambi limpo. Ele tremeu, ‘Boa putinha’. Eu gozei também, cona a pulsar sozinha, pernas moles.
O Segredo que Me Consome
Ajustei a saia, beijo rápido, ‘Vai-te embora’. Ele montou, piscou, ‘Volto amanhã’. Corri para as vacas, ordenei de verdade, leite quente nas mãos. Voltei à estalagem, cara corada mas sorriso pronto. O João chegou, ‘Tudo bem, amor?’. ‘Sim, vacas cheias’. Sirvo cerveja, rio com clientes, anel brilha inocente. Dentro, a cona dói gostoso, boca com gosto dele. Culpada? Um bocadinho. Mas excitada pra caralho. Amanhã, outra vez. Esta dupla vida é o meu vício, o frisson de quase ser apanhada. Ninguém sabe. Só eu e o meu segredo ardente.