Minha Dupla Vida: A Aventura Secreta que Me Deixa Louca de Tesão

Sou a Ana, 38 anos, casada há 12, advogada em Lisboa. Vida perfeita: marido amoroso, dois filhos, casa arrumadinha no Chiado. Mas… tenho um amante. O Miguel, colega de escritório. Alto, olhos pretos, caralho grosso que me parte ao meio. Adoro o risco. O coração a bater forte, a aliança no dedo enquanto a mão dele me apalpa a raba. Culpa? Pouca. Tesão? Imenso.

Sexta-feira. Discuti com o marido na noite anterior, cansaço do trabalho. Acordo cedo, mando mensagem: ‘Amor, desculpa ontem. Estou bem, só stress. Que tal uma noite quente para descontrair? Organiza tu!’ Ele adora. Dia cheio de reuniões. No fim, vejo o visto mas sem resposta. Marquemos com o Miguel: ‘Reunião extra no teu apartamento. 19h. Não atraso.’ Saio do escritório, pernas a tremer. ‘Vou demorar, trânsito’, minto ao marido por SMS. Coração na boca. Chego lá, ele abre a porta de boxer negro, transparente. ‘Entra, safada.’ Fecho a porta, beijo-o com fome. ‘Tens saudades da minha cona, não tens?’

O Segredo que Começa a Queimar

Ele ri, puxa-me para o sofá. Luz baixa, lareira acesa – ele sabe dos meus fetiches. Tiro o casaco, saia lápis. Fico de lingerie vermelha, cueca minúscula. ‘Olha a aliança…’, diz ele, chupando o meu dedo. ‘Fode-me já, antes que eu volte.’ Ele rasga a cueca, língua na minha cona depilada. Molhada num segundo. ‘Estás encharcada, puta casada.’ Gemo, mãos no cabelo dele. Pego no vibrador da mesa – o meu favorito, rígido. Chupo-o como chupo o caralho dele. Ele activa, mete-me entre as pernas. Vibrações no clitóris, corpo arqueia-se. ‘Mais fundo!’ Ele enfia, dois dedos na raba. Grito, gozo forte, pernas a tremer.

O Foda Proibido e o Regresso a Casa

Não para. Viro-me de quatro, raba para o ar. ‘Fode-me como um cão.’ Ele entra de rompante, caralho latejante a rebentar-me. Aliança roça no sofá enquanto me agarra os braços. ‘Gostas de trair o teu homem, hein?’ ‘Sim, fode mais forte!’ Bomba sem dó, bolas a bater. Puxa-me o cabelo, morde o pescoço. Sinto-o pulsar, goza dentro, quente. Eu gozo de novo, cona a apertar. ‘Rápido, tenho de ir.’ Limpamos-nos às pressas, beijo final. ‘Sábado, courses. Marca-me.’ Saio, pernas bambas, cheiro a sexo no corpo.

Chego a casa, marido sorri. ‘Perdeste o trânsito?’ ‘Sim, amor.’ Abraça-me, beija. Jantamos, deito as crianças. No quarto, ele de boxer, eu de robe. Deixo cair, nuisette vermelha. Ele excita-se. ‘Estás linda.’ Beijos, mãos nos seios. Massajo os mamilos dele, chupo. Ele mete vibrador – o mesmo? Não, mas serve. Gozo rápido, depois monto-o. ‘Fode-me.’ Mas penso no Miguel, no risco. Gozamos juntos. Deito-me, culpada? Não. Excitada. Amanhã, mais segredo. Esta dupla vida… vicia. Coração acelerado, cona sempre pronta. Quem me dera ser apanhada, só pelo gozo.

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