Minha Confissão: A Dupla Vida que Me Deixa Molhada de Excitação

Eu sou a Ana, 36 anos, casada com o Miguel há 10. Vida perfeita em Lisboa: casa arrumadinha nos subúrbios, dois filhos na escola, emprego como gerente de contas num escritório chique. Todo mundo me vê como a mulher ideal, séria, dedicada. Mas… ai, meu Deus, ninguém sabe do meu segredo. O Rui. Aquele escritor maluco que conheci num evento literário há seis meses. Ele é o oposto: barba por fazer, olhos que devoram, e um caralho que me parte ao meio. Eu minto pro Miguel todos os dias. ‘Vou atrasar no trabalho, amor.’ Ou ‘Reunião com cliente fora.’ O coração bate forte enquanto dirijo pro motel discreto na periferia. Olho pro anel de casada no dedo, brilhando no volante. Sinto culpa? Um bocadinho, sim. Mas o tesão é maior. As coxas já ardem, a calcinha molhada roçando. E se o Miguel ligar? E se alguém me vir? Isso me deixa ainda mais louca.

Chego ao quarto 12, como sempre. Ele já está lá, nu na cama, pica dura apontando pro teto. ‘Finalmente, minha puta casada’, diz ele, voz rouca. Puxa-me pela saia, rasga o sutiã. Beijos famintos, língua na boca, mãos apertando meus peitos. ‘Tira isso tudo’, rosna. Eu obedeço, tremendo. A aliança ainda no dedo, contrasta com a mão dele no meu cu. Deito de costas, abro as pernas. Ele mergulha a cara na minha cona, chupa o clitóris como se fosse o último sorvete do mundo. ‘Estás encharcada, safada’, murmura. Gemidos escapam: ‘Sim, Rui, lambe mais!’ Ele sobe, enfia a pica grossa na minha boca. Engasgo, mas chupo voraz, saliva escorrendo. ‘Boa menina.’ Vira-me de quatro, rápido. Enfia tudo de uma vez, fundo. ‘Ahhh! Fode-me forte!’ O quarto treme com os safanões. O caralho entra e sai, molhado, chapinhando na minha cona inchada. Aperta meus mamilos, dá palmadas no rabo. ‘Imagina se o teu maridinho soubesse.’ Isso me leva ao limite. Gozo gritando, corpo convulsionando, unhas cravadas nas lençóis. Ele não para, fode mais rápido, urgente. ‘Vou encher-te de porra.’ Sinto o jacto quente dentro, escorrendo pelas coxas. Cinco minutos de paraíso puro, suado, animal.

A Rotina Falsa e o Chamado do Pecado

Limpo-me às pressas no chuveiro minúsculo, cheiro a sabonete barato misturado com sêmen. Visto a roupa amarrotada, beijo-o rápido. ‘Até a próxima, minha vadia secreta.’ Saio, pernas bambas, coração aos pulos. No carro, perfume forte pra disfarçar o sexo. Chego a casa, Miguel no sofá vendo futebol. ‘Tudo bem, amor?’ ‘Sim, só cansada.’ Janto, ajudo as kids com o TPC, deito-me ao lado dele. Mas por dentro… ufa, que fogo. O segredo arde na minha pele, a porra dele ainda dentro de mim. Amanhã volto à rotina, mas já penso no próximo motel. Essa dupla vida? É o que me faz viva. Culpa? Pouca. Excitação? Infinita. Quem me dera contar tudo, mas não. O risco é o molho.

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