Eu sou a Ana, 35 anos, casada há 10 com o João, química num lab em Lisboa. Vida perfeita: apartamento no segundo andar dum prédio daqueles cages de coelhos, 50m², vista pra um pátio calmo. Ele chega do trabalho às 19h, eu preparo o jantar, falamos da rotina. Mas… ai, meu Deus, tem o Miguel. O rapaz do quarto andar, 25 anos, estudante de direito, corpo atlético, olhos pretos que me devoram. Começou há um mês. Ele entrou no meu apto por engano – porta mal fechada, eu no lab –, pegou 200 euros da minha gaveta. Voltei, flagrei ele. Em pânico, ele implorou. Eu… hesitei. Coração batendo forte, vi o volume na calça dele. Em vez de polícia, fechei a porta. ‘Me deixa ir embora, Dona Ana, faço o que quiser.’ E eu, puta no fundo, deixei rolar um beijo. Culpa? Sim. Mas o tesão… ufa.
Hoje, sexta, 17h. João liga: ‘Chego 18h30, amor.’ Eu no fogão, cebola picando, aliança brilhando no dedo. Celular vibra: ‘Vem agora, Ana. Quero te foder antes de você virar esposa de novo.’ Coração explode. Olho o relógio – 20min pra ir, foder e voltar. ‘Não dá, risco alto.’ ‘Vem, vadia casada.’ Molhei na hora. Desligo o gás, pinto batom rápido, saio. Escada, não elevador – barulho ecoa. No quarto andar, bato leve. Ele abre, me puxa pra dentro. ‘Tava louco por ti.’ Porta bate, ele me encosta na parede, mão na minha saia, subindo. ‘Tua buceta tá molhada, né?’ Sim, caralho. Aliança fria contra o pau dele duro na minha coxa.
A Rotina e o Chamado do Pecado
Ele rasga minha blusa, chupa meus peitos duros. ‘Olha tua aliança, puta traidora.’ Eu gemo, ‘Cala a boca e me fode.’ Calça dele no chão, pau grosso, veiudo, latejando. Eu ajoelho, chupo voraz – saliva escorrendo, bolas na boca. Ele geme, ‘Boa, Ana, engole tudo.’ Levanto, ele me vira, saia na cintura, calcinha rasgada. Dedos na buceta encharcada, ‘Tá pingando, casada.’ Empurra o pau de uma vez, fundo. ‘Aaaah, caralho!’ Ele mete forte, rápido – ploc ploc ploc na parede. Mão na boca pra não gritar. ‘Imagina teu marido ouvindo.’ Tesão dobra, gozo forte, apertando ele. Ele rosna, ‘Vou gozar dentro, marcar tua buceta.’ Jatos quentes me enchem, escorrendo perna abaixo. 5min, suados, ofegantes.
Volto correndo, cheiro de sexo no ar. Banho rápido, aliança lavada, mas buceta lateja, esperma dentro. João chega, beija: ‘Jantar cheira bem, amor.’ Sorrio, sentamos. Ele fala do trabalho, eu como, pernas tremendo. Sob a mesa, toco minha calcinha úmida. Culpa? Pouca. Excitação total – sou a esposa perfeita e a puta secreta. Amanhã, mais uma vez? Meu coração acelera só de pensar. Essa dupla vida me vicia, o risco é meu orgasmo eterno.