Sou a Isabel, 52 anos, casada há 28 com o Miguel. De dia, sou a advogada certinha, blusas abotoadas até o pescoço, aliança brilhando no dedo, sorrisos educados no escritório. A casa impecável, jantares em família, conversas sobre a reforma que se aproxima. O Miguel é um amor, mas… os problemas de próstata dele acabaram com tudo. Não há mais desejo, só rotina. Eu finjo, ele finge, mas sinto um vazio que queima.
Há meses, os novos vizinhos chegaram: o João e a Teresa. Ele é como o Miguel, mas menor, com barriga e pouco cabelo. Ela, baixinha, curvilínea, faladora. Sympatizamos rápido, churrascos no quintal, cafés da manhã partilhados. Mas entre mim e o João… algo clicou. Olhares demorados, toques ‘acidentais’. Eu sei que é errado. Meu coração bate forte só de pensar. Hoje, no supermercado, cruzei com ele. ‘Vem depressa, a Teresa saiu, o Miguel está no golf’, sussurrou. Meu corpo tremeu. Olhei a aliança, o relógio – tinha 30 minutos antes de voltar para casa. ‘Sim’, murmurei, culpada, excitada.
O Segredo que Me Consome
Corri para a casa deles pela porta das traseiras. O coração na boca, suor frio nas costas. Ele fechou a porta, mãos já na minha saia. ‘Isabel, minha puta secreta’, rosnou, beijando meu pescoço. Senti o pau dele duro contra mim. Tirei a blusa rápido, sutiã voando. Ele me ajoelhou na cozinha, língua no meu cu. ‘Molha bem, amor’, gemi, abrindo as pernas. Ele pegou a margarina da frige – sim, aquela ideia maluca da primeira vez, ‘perdiz recheada’. Cortou um pedaço, derreteu no dedo, enfiou devagar no meu rabo apertado. ‘Aiii… devagar, caralho’, ofeguei, mas o prazer veio forte. Dois dedos agora, esticando, lubrificando. Meu clitóris latejava, mão dele massageando.
O Êxtase Rápido e Arriscado
‘Quero foder teu cu agora’, disse ele, pau latejando, médio mas grosso. Posicionei-me de quatro na mesa, bunda empinada. Ele cuspiu na cabeça, alinhou. Empurrou devagar – oooh, a pressão, o estiramento! ‘Caralho, que apertadinha’, grunhiu. Milímetro a milímetro, entrou todo. Senti o baixo-ventre dele batendo nas minhas nádegas carnudas. Imóvel um segundo, saboreando. ‘Move, João, fode-me forte!’ Pedi, culpada mas louca. Ele começou lento, saída toda, entrada funda. Acelerou – clap clap clap das peles! ‘Sim, sou tua chienne, enche meu cu!’ Gritei baixo, mão no clitóris, masturbando furiosa. O risco – e se o Miguel ligasse? E se a Teresa voltasse? Adrenalina pura. ‘Mais forte, vai, goza dentro!’ Ele ramonava, pau inchado. ‘Toma, puta!’ Rugiu, jatos quentes enchendo meu intestino. Gozei tremendo, pernas moles, cosmos branco na cabeça.
Ele saiu devagar, beijou minha bunda. ‘Limpa-me, safada’. Virei, chupei o pau beurrado, margarina e porra misturadas, delicioso e sujo. Vesti-me a correr, beijo rápido. ‘Até amanhã’. Voltei para casa, pernas bambas, cu latejando gostoso. O Miguel no sofá: ‘Onde estavas?’ ‘Compras atrasadas, amor’. Sorri, aliança brilhando, cheiro de sexo escondido. Culpazinha, mas o fogo… o segredo me consome. Amanhã, de novo. Não resisto. Esta dupla vida é o meu vício.