A Minha Dupla Vida: A Besta que Me Devora em Segredo

Sou a Ana, 38 anos, casada há 15 com o João, um homem estável, engenheiro. Trabalho como advogada num escritório em Lisboa, sempre impecável: saia lápis, blusa branca, aliança a brilhar no dedo. Ninguém suspeita. Mas dentro de mim… ai, o fogo. Há meses que tenho uma ligação secreta com o Miguel, o meu ‘monstro’. Ele é alto, peludo, bruto, como uma besta saída dos meus sonhos mais sujos. Tudo começou com mensagens: ‘A Besta tem fome de ti, salope.’ O meu coração acelera só de ler.

Hoje, no escritório, o telemóvel vibra. ‘Preciso de ti agora. Motel na Marginal, 5 minutos.’ Olho para o relógio: 18h45. O João espera-me em casa para o jantar. ‘Não posso…’, respondo, mas as pernas tremem. A culpa? Sim, um pouco. Mas o desejo… oh, é mais forte. Saio a correr, invento uma reunião de última hora. No carro, o coração bate como um tambor. A aliança pesa no dedo, mas eu aperto o volante, excitada com o risco. E se o João liga? E se alguém me vê? Isso só me molha mais.

A Rotina Perfeita e o Chamado Proibido

Chego ao motel, quarto escuro, cheiro a sexo antigo. Ele está lá, despido, a pila já dura, grossa, latejante. ‘Vem cá, minha puta casada’, rosna. Eu fecho a porta, o estômago revira-se de adrenalina. Ele agarra-me o cabelo, puxa-me para baixo. ‘Chupa, agora.’ Ajoelho-me, o chão frio contra os joelhos. A boca abre-se para ele, engulo aquela verga enorme, salgada, venosa. Ele geme, empurra fundo na garganta: ‘Assim, engole tudo, salope.’ Eu engasgo, lágrimas nos olhos, mas adoro. A mão dele na minha cabeça, o contraste da aliança fria contra a sua pele quente.

O Encontro Selvagem e o Regresso ao Fingimento

Ele vira-me, rasga as collants. ‘Arqueia as costas, mostra essa cona molhada.’ Eu obedeço, de quatro na cama, as nádegas ao ar. Ele lambe-me o cu, a língua quente, invasiva. ‘Que rosinha apertadinha’, murmura. Um dedo entra, depois dois, esticando-me. Eu gemo: ‘Por favor, fode-me.’ Ele ri, bestial: ‘Pede como a puta que és.’ ‘Fode o meu cu, Besta!’ Ele cospe na pila, entra devagar, centímetro a centímetro. Dói, queima, mas o prazer explode. Ele bombardeia, forte, os tomates a bater na minha cona. ‘Grita, mas baixo, não quero problemas.’ Eu mordo o lençol, o corpo treme, o orgasmo vem como uma onda. Ele goza dentro, quente, enchendo-me. ‘Leva o meu leite para casa, para o teu mariquinhas.’

Visto-me a correr, o cu a arder, o esperma a escorrer pelas coxas. Beijo-o rápido: ‘Até amanhã.’ No carro, a adrenalina ainda pulsa. Chego a casa, o João: ‘Onde estavas?’ ‘Reunião, amor.’ Sorrio, sirvo o jantar, a aliança brilha inocente. Sento-me, sinto o sêmen dele dentro de mim, secreto. A culpa? Pouca. A excitação? Imensa. Amanhã, mais. Esta dupla vida é o meu vício. Quem diria que a advogada certinha é esta vadia?

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