Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, gerente de contas numa firma chique no Chiado. Vida perfeita: casa em Alcântara, jantares de família, yoga aos sábados. Mas… há dois meses que não durmo direito. O segredo queima-me por dentro. Esta noite, o João adormeceu cedo, exausto do trabalho. Olhei para o relógio: 1h da manhã. O coração acelerou. ‘Só um copo rápido’, pensei, enquanto calçava os saltos. A aliança no dedo esquerdo brilhou à luz do candeeiro. Senti culpa, mas o formigueiro entre as pernas era mais forte.
Saí de casa em silêncio, o ar fresco de Lisboa a arrepiar-me a pele. Caminhei até ao bar na Bairro Alto, aquele cantinho escondido onde ninguém me conhece. Entrei, as luzes ténues, seis ou sete clientes no balcão, cheiro a cerveja e fumo. Pedi uma Sagres. Atrás de mim, um saco caiu. ‘Merda, estou exausto’, ouvi uma voz grave. Virei-me: ele. O Miguel, jardineiro que já vira no Rossio, corpo de deus grego, dreads loiros desgrenhados, torso nu por baixo da camisola aberta. Olhos azuis fixos em mim. ‘Convido-te a uma?’, disse ele, encostado à parede.
A Rotina Perfeita e o Desejo que Me Consome
Sentámo-nos numa mesa ao canto. Cervejas surgiram, uma atrás da outra. O barman, um miúdo simpático chamado Rui, servia sem pedir, os olhos curiosos. Falámos de tudo: a minha vida de casada ‘perfeita’, o marido que dorme cedo, o tédio. Ele contou do trabalho nos parques, o suor ao sol, as noites solitárias. ‘Gostas do risco?’, perguntou, a mão roçando a minha coxa por baixo da mesa. O coração batia descompassado. A aliança fria contra a pele quente da dele. ‘Adoro’, sussurrei, a voz tremendo. A tensão subia. Olhava para a porta, imaginando alguém conhecido. Mas o desejo vencia.
As cervejas acumularam-se. O Rui fechou o bar, mas ficou connosco. ‘Fico aqui atrás’, disse, piscando o olho. O Miguel puxou-me para si. ‘Vem comigo ao parque, é pertinho’. Saímos às 3h, o ar húmido, ruas vazias. No banco do jardim, ele beijou-me com fome, a língua invadindo, mãos nos meus seios. ‘Estás molhada’, murmurou, os dedos dentro das cuecas. Gemi baixo, o medo misturado com excitação. ‘Rápido, tenho de voltar antes que ele acorde’.
A Foda Urgente no Abrigo do Parque
Ele levou-me ao abrigo dos jardineiros, ferramentas espalhadas, cheiro a terra e suor. Trancou a porta improvisada. ‘Tira tudo’, ordenou. Despi-me devagar, a saia subindo, as cuecas encharcadas. Ele baixou os calções: uma pila enorme, grossa, veias pulsantes, a ponta a pingar pré-gozo. ‘Chupa-me’, disse, empurrando-me de joelhos. Abri a boca, engoli o máximo, o gosto salgado, os quadris dele a foderem a minha garganta. Engasguei, mas continuei, babando, as mãos nas bolas pesadas.
Levantou-me, virou-me contra a mesa. ‘Quero foder-te agora’. Espalmei as mãos na madeira áspera, cul empinado. Sentiu a minha boceta latejante. ‘Estás ensopada, puta casada’. Entrou de rompante, a pila a rasgar-me, enchendo-me toda. ‘Ahhh, caralho!’, gritei, o corpo a tremer. Fodia-me forte, rápido, o som molhado das carnes a bater. ‘Mais, fode-me o cu se quiseres!’, supliquei, louca. Molhou os dedos na minha boceta e enfiou no rabo, enquanto a pila martelava. O coração na garganta, o risco de alguém ouvir. ‘Vou gozar!’, rosnou ele. ‘Dentro, enche-me!’. Jatos quentes inundaram-me, o orgasmo meu a explodir, pernas a fraquear.
Cinco minutos, não mais. Vestimo-nos a correr, suor colado à pele. ‘Vai, antes que te vejam’, disse ele, beijando-me rápido. Caminhei para casa, o esperma a escorrer pelas coxas, o cheiro de sexo no ar. O João remexeu-se na cama, mas não acordou. Deitei-me ao lado dele, o corpo ainda a pulsar, a aliança fria no dedo. Culpa? Pouca. Excitação total. Amanhã sou a esposa perfeita. Mas esta noite… o segredo é meu. E já quero mais.