Eu sou a Ana, 35 anos, casada há 10 com o João, um advogado certinho. De dia, sou gerente de banco, saias lápis, blusas discretas, aliança a brilhar no dedo. Ninguém imagina. Mas à noite, ou em pausas rápidas, eu mato a sede. Ontem mesmo… Meu Deus, o coração ainda acelera.
Eu disse ao João que tinha reunião tardia. Mentira. Encontrei o Miguel no motel discreto perto do escritório. Ele é o meu amante há meses, um colega mais novo, daqueles que me olha com fome nos corredores. Entro no quarto, porta bate, e já sinto o ar pesado. ‘Estás linda, casada’, diz ele, rindo baixo, mão na minha cintura. Eu hesito, olho o telemóvel – o João pode ligar. Mas o desejo ganha. ‘Rápido, amor, tenho de voltar antes das 8’. Ele ri: ‘Sabes que adoro isso, o risco’.
A Rotina Perfeita e a Tentação Irresistível
Tensão no ar. Eu tiro a blusa, saia, fico de lingerie simples. Ele aproxima-se, cheira o meu pescoço. ‘Trazes a tua cueca suja?’, pergunto, excitada com o jogo. Sim, trouxe, como da outra vez. Ele tira-a do bolso, pressiona no meu nariz. Cheiro forte, homem, suor, tesão. Eu tremo, molho-me já. ‘Prova-me’, ordena. Eu lambo a parte do pénis, salgado, quente. Meu Deus, culpada mas louca de excitação.
Ele manda-me despir tudo. Fico nua, aliança contrastando com a minha pele arrepiada. ‘Vira-te’, diz. Eu viro, ele agarra as minhas nádegas firmes – faço squats para isso. Dedos nas minhas costas, desce à racha. Eu gemo. Ele ajoelha-se, nariz na minha cona. ‘Estás encharcada, puta casada’. Sim, cheiro meu, muscado, misturado com perfume de dia. Ele lambe devagar, língua no clitóris inchado. Eu agarro a cama, coração a martelar. ‘Chupa-me o cu’, peço, voz rouca. Dedo molhado entra no meu ânus apertado, primeiro nó, calor envolve-o. Eu gozo rápido, pernas a tremer.
O Encontro Proibido e o Regresso ao Meu Mundo
Agora ele. Tira as calças, caralho duro, veias pulsantes, pré-gozo a pingar. Eu ajoelho, olho nos olhos dele. ‘Quero a tua boca’, rosna. Pego, mão na base, língua no glande. Salgado, grosso. Engulo, boca cheia, saliva escorrendo. Ele fode a minha boca, mãos na nuca. ‘Olha para mim, enquanto chupas caralho alheio’. Eu obedeço, olhos lacrimejando. Mais fundo, bate no céu da boca. Sinto-o inchar. ‘Engole tudo!’. Jatos quentes, amargos, enchem-me a garganta. Engulo, lambo o resto, caralho a amolecer na minha língua.
Acabou em 20 minutos. Visto-me a correr, espelho mostra rosto corado, lábios inchados. Beijo dele rápido, ‘Até breve, minha casada safada’. Saio, ar fresco, dirijo para casa. Chego, João dorme. Deito-me, cona ainda latejante, cheiro dele na pele. Sorrio no escuro. Amanhã, mais uma reunião ‘tardia’. O segredo arde, excita. Quem diria que a Ana certinha é esta puta viciada no risco? Não trocaria por nada.