Eu sou a Inês, 42 anos, casada há 12 com o João, gerente de contas num escritório em Lisboa. Vida perfeita: casa arrumadinha nos subúrbios, jantares em família, yoga aos sábados. Mas por dentro… sinto um vazio. Adoro o risco, o proibido. Ontem, no shopping Vasco da Gama, cruzei-me com a Sofia, a rapariga da loja de lingerie. Olhos castanhos, sorriso maroto. Experimentei um sutiã no provador, ela ajudou. As mãos dela roçaram-me os seios. ‘Gostas?’, perguntou. Eu… corei. Falámos de fantasias. ‘Eu vivo com duas miúdas que protejo, a Beatriz e a Mariana. São órfãs que acolhi. Queres vir?’, convidei sem pensar. O coração batia forte. O João chegava só à meia-noite. Tempo para brincar.
Chegámos a casa. As miúdas, 19 e 20 anos, nuas como sempre quando estamos sozinhas – hábito nosso há anos. ‘Madrinha, quem é esta?’, riu a Beatriz. Sofia piscou o olho. ‘Vamos ver quem fica vestida’, disse a Mariana. Rimos. Despi-me primeiro. A minha aliança brilhou no dedo enquanto Sofia me beijava o pescoço. Culpas? Um pouco. Mas a excitação… o meu cu latejava. Fomos para o quarto grande, cama king size. Caímos todas em cima umas das outras. Mãos nos seios, línguas nas bocas. ‘Olha para elas, tão novinhas e safadas’, sussurrei à Sofia. Ela gemeu.
O Segredo que Começou no Centro Comercial
Sofia agarrou-me os ombros, colou os peitos nas minhas costas. Eu peguei nas miúdas, uma em cada mão, fiz rodar para admirar. ‘Que belas tetas, meninas.’ A Beatriz puxou-me para o chão, mas eu quis mandar. Levantei a Sofia, pus-na de joelhos perante a Mariana de bruços, rabo empinado. ‘Olha os pés dela, tão lindos.’ Sofia chupou os dedinhos. ‘Calma, gulosa’, ri eu. Massageei as pernas da Mariana, subindo devagar. Molhos dos joelhos, coxas carnudas. Cheguei às nádegas. Abraço-as, abro a racha. O cuzinho rosado pisca. ‘Gostas deste olhinho, Sofia?’ Ela implorou com os olhos. ‘Vai, beija.’ A língua dela lambeu o ânus, devagar. A Mariana tremeu, gemeu alto. A minha cona escorria.
Abri mais as pernas da Mariana. A coninha dela, lisa, húmida. Dedos nos lábios, afasto. O clitóris rosado surge. Massageio, mostro tudo: uretra, entrada da cona melosa. ‘Queres provar?’ Sofia babava. Mas eu quis mais. ‘Vamos masturbar-nos todas. Quem goza primeiro, gage.’ Posicionámo-nos de joelhos. Eu e Sofia de um lado, as miúdas do outro. Puxo os mamilos, vrilo-os. A Beatriz imita, mas os dela são curtos. Rio. Desço a mão à cona, três dedos dentro, polegar no clitóris. ‘Assim?’, gemo. Elas aceleram. O quarto cheira a rut. Corações aos pulos. ‘Não aguento…’, diz Sofia. Dedos voam, squish-squish molhado. Ela grita primeiro, cona a jorrar, corpo convulso.
O Prazer Proibido no Meu Quarto
Eu gozei logo após, ondas quentes, visão turva. As miúdas competem. Beatriz abre a cona, dois dedos no cu, três na fenda. Mariana enfia quatro, poisa no clitóris. ‘Vou ganhar!’, grita. Beatriz explode, grito agudo, suor a brilhar. Mariana demora, rola, mostra o cu. Goza por último, achatando-se na cama. Rimos, beijamo-nos, partilhamos sucos nos dedos. Lambi o cu da Mariana, provei o mel dela. Culpa? Sim. Mas o risco… o João podia bater à porta.
Vesti-me a correr. Sofia e miúdas foram-se. O João chegou, beijou-me. ‘Tudo bem, amor?’ Sorri, aliança no dedo ainda quente do toque delas. Jantei, deitei-me ao lado dele. Mas na cabeça… o cheiro das conas, os gemidos. Amanhã, mais. Este segredo é o meu vício. Arrepios só de pensar.