Eu sou a Ana, 36 anos, casada com o João há 12. Temos uma casa bonita nos subúrbios de Lisboa, dois miúdos na escola, eu gerente num banco no Chiado. Todo o mundo me vê como a mulher perfeita: saias justas no trabalho, aliança a brilhar no dedo, sorrisos educados nas reuniões. Mas… por dentro, eu queimo. Tenho um amante. Chama-se Miguel, 42, casado também, trabalha na filial do Porto mas vem a Lisboa duas vezes por semana. Começou há seis meses, num congresso. Desde então, é o meu vício. O risco de ser apanhada? Faz-me a cona pulsar.
Hoje foi mais um dia normal. Acordei às 7, beijei o João, preparei o pequeno-almoço. No metro, o telemóvel vibrou. Mensagem dele: “18h, motel na Marginal. Porta 12. Não te atrasques, safada.” O coração disparou. Olhei para a aliança, girei-a no dedo. Culpa? Sim, um bocadinho. Mas o calor entre as pernas… ai, que delícia. No escritório, fingi concentrada nos relatórios, mas a cueca já estava encharcada. Imaginei o caralho dele, grosso e veiudo, a entrar em mim. Saí às 17h30, disse à secretária: “Reunião com cliente fora.” Mentira fácil.
A Rotina Impecável que Me Consome por Dentro
Cheguei ao motel com o coração na boca. Ele já estava nu na cama, o pau meia-bomba, apontado para mim. “Finalmente, minha puta casada”, rosnou ele, puxando-me pela saia. Beijámo-nos com fome, línguas enroladas, o cheiro a suor dele a invadir-me. Tirei a blusa, a saia, a cueca – molhada, pegajosa. Ele agarrou-me as tetas, beliscou os mamilos duros. “Olha esta aliança… o teu mariadinho nem sonha”, disse, rindo. Eu gemi: “Cala-te e fode-me, Miguel. Rápido, antes que ele ligue.”
O Encontro Proibido: Foda Rápida e Molhada no Motel
Deitei-me de costas, pernas abertas. Ele cuspiu na mão, esfregou no caralho e enfiou de rompante. Ai, caralho… tão fundo, a esticar-me toda. Comecei a gemer alto: “Mais forte, fode a tua cona de casada!” Ele bombava como um animal, as bolas a bater no meu cu, o som molhado a encher o quarto. Virei de quatro, empinei a bunda. Ele meteu dois dedos no meu cu enquanto me comia a cona. “Estás a pingar, safada. Gostas do risco, não é?” Sim, fodia, o coração aos saltos – e se o João telefonasse agora? Gozei primeiro, o corpo a tremer, a cona a apertar-lhe o pau, jatos quentes a escorrer pelas coxas. Ele não aguentou: “Vou gozar dentro, puta!” E gozou, enchendo-me de porra quente, a escorrer quando ele saiu.
Cinco minutos para arrumar: lenços para limpar a cona melíflua, roupa direitinha, batom retocado. Beijo rápido: “Até à próxima, amorzinho.” Saí, o carro a cheirar a sexo. Cheguei a casa às 19h45. O João: “Boa reunião?” Sorri: “Perfeita.” Fiz o jantar, ajudei nos TPC’s. De noite, na cama, ele adormeceu. Eu? Toquei-me devagar, sentindo a porra seca nas cuecas, o segredo a pulsar. Culpa? Pouca. Excitação? Total. Amanhã sou a mulher perfeita de novo. Mas por dentro… sou a puta que adora o risco. Quem diria, hein?