A Minha Dupla Vida: O Caso Proibido com o Colega no Trabalho

Eu sou a Inês, portuguesa de 35 anos, casada há oito com o João, um homem estável e carinhoso. Vivemos em Paris, num apartamento bonito nos subúrbios, e eu trabalho como técnica comercial numa empresa de serviços perto do Fórum das Halles. De dia, sou a profissional impecável: saias justas, blusas elegantes, aliança a brilhar no dedo, sorrisos educados nas reuniões. Ninguém imagina o que se passa por baixo dessa fachada. Mas há um ano, tudo mudou com o Miguel, o meu colega novo no serviço de clientes. Ele tem aquela voz grave que me arrepia, olhos que me despem, e um corpo atlético que me deixa húmida só de olhar.

Tudo começou com olhares no refeitório da empresa. Eu via-o entrar, as calças a marcarem o volume, e o meu coração acelerava. ‘Bom dia’, dizia ele, e eu sorria, sentindo o calor subir. Um dia, no elevador, ficámos sozinhos. ‘Queres um café depois do almoço?’, perguntou. Hesitei – o meu marido esperava-me em casa –, mas disse sim. No café da esquina, pernas cruzadas, a saia curta a subir, ele olhava-me como se me quisesse devorar. A aliança pesava no meu dedo enquanto a minha mão roçava a dele. Voltei para casa a tremer, culpada, mas excitada. À noite, no banho, toquei-me pensando nele, o risco a fazer-me gozar mais forte.

O Segredo que Começou a Queimar

A tensão crescia. No refeitório, com o meu chefe ao lado, ele deslizava o pé pela minha perna sob a mesa. Senti o salto da bota dele no meu sexo, por cima das collants. ‘Estás bem, Inês?’, perguntava o chefe. ‘Sim… só calor’, gemia baixinho. O meu coração batia descompassado, o medo de serem descobertos a multiplicar o prazer. Depois, no jardim do Fórum, sentámo-nos num banco. ‘Toca-me’, sussurrei. A mão dele subiu pela minha saia, dedos frios contra a minha pele quente. A aliança brilhava ao sol enquanto ele enfiava dois dedos na minha cona molhada. ‘Estás ensopada, puta casada’, murmurou. Gozei ali, mordendo o lábio, gente a passar a metros.

O Êxtase Rápido e Arriscado

Não aguentei mais. Na sala de fotocópias, no meio do open space, ele entrou atrás de mim. ‘Precisas de ajuda?’, disse, fechando a porta pela metade. As divisórias de vidro deixavam ver da cintura para cima. Virei-me, o meu rabo roçando o pau dele duro. ‘Fode-me agora’, pedi, voz trémula. Ele baixou as minhas collants, ergueu a saia. Senti a cabeça grossa do caralho dele contra a minha entrada. ‘Devagar, senão grito’, avisei. Empurrou forte, enchendo-me toda. O photocopiador zumbia, cobrindo os nossos gemidos. ‘A tua cona é tão apertada, Inês… o teu marido não te fode assim’, grunhiu, bombando rápido. As minhas unhas cravavam-lhe os ombros, o coração a rebentar, o risco de alguém entrar a fazer-me pulsar. ‘Mais fundo, caralho, faz-me gozar!’, supliquei. Ele acelerou, a mão na minha boca, e eu explodi, o corpo a tremer, sumo a escorrer pelas coxas. Ele puxou fora e gozou nas minhas collants, quente e pegajoso.

Ajustámo-nos em segundos, saí com o sorriso profissional, o cheiro de sexo no ar. Voltei ao meu posto, atendi chamadas como se nada. À noite, jantei com o marido, beijei-o, mas o meu clitóris latejava ainda. Deito-me na cama, toco-me de novo, revivendo o risco. Sou a esposa perfeita de dia, a puta secreta à tarde. Este segredo é o meu vício – o medo de ser apanhada, a aliança a contrastar com o esperma dele na pele. Amanhã, mais. Não paro. Não quero.

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