A Minha Dupla Vida: O Caso Proibido com o Vizinho

Eu sou a Inês, 42 anos, portuguesa de gema, casada com o João há 15 anos. Temos uma filha de 12, casa na periferia de Lisboa, eu trabalho como secretária num escritório chato mas estável. De fora, pareço a mulher perfeita: aliança no dedo, almoços em família, sorrisos no supermercado. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Há meses que tenho um caso com o António, o vizinho de ao lado. Ele é casado, pai de família, tipo o marido dela da história que eu ouvi uma vez, mas real, palpável. Cada dia que passo pela avenida principal, vejo aqueles néons do Ultra-Sexe piscando, ‘Sonhem sexo ultra’, e penso: ‘Eu vivo isso, mas no mundo real, e é mil vezes melhor’. O risco… Deus, o risco me deixa molhada só de pensar.

Hoje foi mais um dia normal. Acordei cedo, beijei o João, levei a filha à escola. No trabalho, papeis, café morno. Mas o telemóvel vibrou à hora do almoço: ‘Hoje, garagem, 18h. Não falhes’. Coração disparou. Eu, com a blusa abotoada até cima, a saia pelo joelho, imaginava já a mão dele na minha cona. Culpa? Sim, um bocadinho. ‘E se o João descobre? E a filha?’ Mas o desejo vence sempre. Voltei a casa, congelei o jantar, disse ao João que ia ao ginásio. Mentira pronta, rotina oleada. Olhei o relógio: 17h45. Corri para a rua dos fundos, pulei a vedação baixa. O coração batia como um tambor. E se a mulher dele aparece? E a filha? Adrenalina pura.

A Rotina Impecável e o Fogo Escondido

Ele já estava lá, na garagem semi-aberta, cheiro a óleo e gasolina. ‘Inês, minha puta secreta’, murmurou, puxando-me para dentro. Beijámo-nos com fome, línguas enroscadas, mãos por todo o lado. A minha aliança brilhou contra a pele dele, fria metal contra calor vivo. ‘Rápido, António, o João chega às 19h’. Ele riu baixo, ‘Isso é que me excita’. Desabotoou-me a blusa, mamilos duros saltaram. Chupei-lhe o caralho logo, grosso, latejante, veias pulsando na boca. ‘Assim, engole tudo, boa rapariga’. Eu gemia, saliva escorrendo, cona a pingar nas cuecas. Ele virou-me, baixou-me as cuecas até aos tornozelos, enfiou dois dedos na minha cona molhada. ‘Estás ensopada, safada casada’. Fodi-me nos dedos dele, quadris a rodar, ‘Mais, fode-me já’. Ele não esperou: pila na entrada, um empurrão forte, encheu-me toda. ‘Caralho, que apertadinha’. Fodia-me contra a parede, rápido, urgente, pa-pa-pa, pele a bater. Eu mordia o lábio para não gritar, unhas nas costas dele. ‘Gozar dentro, sim?’, grunhiu. ‘Sim, enche-me, mas cuidado’. Mudei de posição, curvei-me no capô do carro, ele atrás, pila a martelar fundo, bolas a bater no cu. Senti o orgasmo subir, cona a contrair, ‘Vou gozar!’. Gozei forte, pernas a tremer, molho escorrendo pelas coxas. Ele veio logo, jatos quentes dentro, ‘Toma o meu leite, puta’. Saímos ofegantes, suor misturado, cheiro de sexo no ar.

Limpei-me depressa com lenços, vesti-me, beijo rápido. ‘Até amanhã?’. ‘Sim, mas cuidado’. Voltei a casa como se nada, sorriso para o João: ‘Ginásio bom, suada toda’. Jantamos, filha a contar o dia da escola. Debaixo da mesa, sentia o esperma dele a escorrer devagar, cuecas pegajosas. Culpa? Pouca. Excitação? Total. Olho para a aliança e sorrio por dentro. Dupla vida: de dia senhora respeitável, de noite vadia viciada no risco. Amanhã, mais. Não aguento parar.

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