Sou a Ana, 38 anos, casada há 12, dois filhos, emprego estável num escritório em Lisboa. De fora, vida perfeita: jantares em família, yoga aos sábados, aliança a brilhar no dedo. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Adoro o risco, o segredo que me faz pulsar. Esta semana, convenci o marido a ir à praia nudista no Algarve. ‘Vamos relaxar, amor’, disse eu, coração aos pulos. Ele acha que é para apimentar o casamento. Bobo. É para eu caçar.
Chegámos cedo, parque de areia solta, trilho pelas dunas. O sol queima, o mar chama. Instalo as toalhas perto da água, como da última vez. Visto o bikini rosa claro, quase nude de longe. O marido elogia: ‘Estás linda’. Eu sorrio, mas os olhos já varrem a praia. E ali vem ele: alto, musculado, rabinho firme, e… caralho, aquela pila pendurada, grossa, mesmo mole. Chama-se Miguel, cruzei-me com ele há um mês. Troca de olhares, ele acena. O marido nota: ‘Quem é?’. ‘Ninguém, um tipo da outra vez’, minto, pernas a tremer. Tiro o top, seios ao ar. Sinto o ar salgado nos mamilos duros. Ele passa perto, sorri. ‘Bom dia, formosa’. Voz grave. O marido finge ler, mas vejo-o a endurecer no fato de banho.
A Tensão do Dia a Dia vs. o Chamado Selvagem
Vamos ao mar. Água fria nos seios molhados, gotas a escorrer. Miguel nada para perto. ‘Água boa, não?’, diz ao marido. ‘Sim’, responde ele seco. Eu rio, empino o rabo na água. ‘Tu és… impressionante’, sussurro a Miguel quando o marido se afasta. Ele ri: ‘Vens outra vez sozinha?’. Coração dispara. ‘Hoje não posso… mas…’. O marido volta, eu saio, seios a brilhar. ‘Vamos?’ Ele acena, mas eu já decidi. Deito-me nua, retiro o fundo. ‘Olha-me assim’, provoco o marido. Ele baba: ‘Estás molhada toda’. ‘Vem ver’. Mas eu penso no outro.
O Gozo Proibido e o Regresso à Rotina
Não aguento. ‘Vou urinar nas dunas, já volto’, minto ao marido. Ele resmunga: ‘Rápido’. Corro pelas dunas, ervas a picar as pernas nuas. Miguel espera, pila já meia-dura. ‘Sabia que vinhas’. Puxa-me, beija forte, mão na minha cona ensopada. ‘Estás pingando, puta casada’. Gemo: ‘Fode-me já, rápido’. Ele ri, empurra-me contra a areia quente. Chupo aquela caralho enorme, veias pulsantes na boca, saliva a escorrer. ‘Boa boquinha de esposa’. Engasgo, mas adoro. Ele vira-me, de quatro, aliança a roçar a areia. Enfia de rompante: ‘Toma, leva o meu pauzão’. Dói e goza, cona esticada, bolas a bater no cu. ‘Mais forte!’, peço, mordendo o lábio. Bomba sem dó, mão no cabelo. ‘Gozas para o teu marido ver?’. ‘Cala-te e fode!’. Orgasmo explode, pernas tremem, grito abafado. Ele goza dentro, jato quente a encher-me. ‘Leva o meu leite para casa’. Saio pingando esperma, cona inchada.
Volto à toalha, suor e sal no corpo. Marido: ‘Onde estavas?’. ‘Nas dunas, demorou’. Sorrio, deito-me ao lado dele. Sinto o esperma a escorrer devagar pela perna, aliança fria no dedo quente. Ele toca-me o rabo: ‘Queres?’. ‘Mais logo, amor’. Dentro de mim, o segredo arde. Sou a esposa perfeita… e a vadia da praia. Amanhã volto ao escritório, mas esta memória? Vai fazer-me masturbar no WC, pensando no risco. Adoro esta dupla vida. Quem diria que uma aliança esconde tanto fogo?