Chamo-me Inês, tenho 35 anos, casada há 10, prof de história num liceu no Porto. Vida perfeita: marido engenheiro, casa arrumadinha, aulas preparadas. Mas… por dentro, queimo. Adoro o risco, o segredo que me faz pulsar.
Férias no Algarve, com a minha melhor amiga. Encontrámos dois irmãos na praia nudista. O mais velho, simpático mas meh. O mais novo, João, 18 anos, gato, olhos pretos que me devoravam. Ajuda a montar a tenda, risos, corpos nus ao sol. Ele tira fotos. Uma minha, nua entre eles, peitos ao ar, cona depilada. Ele guarda-a no telemóvel.
O Segredo que Começou nas Férias
Rentrée. Surpresa: João na minha turma de 12.º ano. Entra atrasado, olhos nos meus, turma ri. ‘Senta-te’, digo, coração aos pulos. No fim da aula, fica. ‘Lembras-te da foto?’, sussurra, mostra-a no wallet. Pânico. ‘Destroi-a! Imagina se o diretor vê… perco tudo.’ Ele ri: ‘Tira novas, disfarçada. Perruca, óculos. Eu destruo esta.’ Sem escolha, aceito. Sábado, casa minha.
Chega cedo. Visto saia lápis, blusa branca, meias até coxa, perruca castanha. Ele manda: ‘Despido lento.’ Câmera on. Levanto saia, mostra ligas. Desabotoa blusa, sutiã rendado. ‘Tira a tanga.’ Cona exposta, molhada já. Deito de bruços, rabo ao alto. Tira tudo: saia, blusa, sutiã. Nua só com meias. ‘Tira-as devagar.’ Estou pelada, ele babando. Dou-lhe a foto velha. ‘Champanhe?’, diz, saca garrafa. Bebo nua, ele de calças apertadas.
‘Trabalha bem na aula, motiva a turma, e fazemos mais’, pede. Eu: ‘Não.’ Mas a turma acalma milagre. Ele fez algo. Segunda, sussurra: ‘Filme na sala vazia, domingo.’ Loucura. ‘Chave do portão, fecho tudo.’ Domingo, 13h30. Perruca, óculos, saia curta, blusa transparente, porte-jarretelles. Ele com saco: câmera, tripé, radiador.
Entramos. Portão range, coração na boca. Escadas ecoam, frio. Sala trancada, radiador on. Calor sobe. ‘Joga prof: chamas aluno ao quadro, responde bem, tira peça.’ Ele veste pullovers, perucas, muda de personagem.
Câmera rola. ‘João ao quadro! Tratado de Versalhes?’ Responde perfeito. ’18/20. Escolhe: saia ou blusa?’ Blusa. Desabotoa, sutiã transparente. Depois, outro ‘aluno’: tira sutiã. Peitos livres, mamilos duros. Ando pela sala, seios a balançar.
O Sexo Arriscado na Sala de Aula
Pausa. ‘Frio?’, cobre-me com casaco áspero. ‘Aiii!’ Rio. Recomeça. Canhoto falha, nada. Pergunta à ‘turma’: corro, primeiro tira saia. Só tanga e ligas. Vira-me, baixa tanga. Cona ao ar. Mãos dele nas nádegas, sobem a peitos. ‘Para a câmera…’, mas sugo-o. Boca no clitóris, dedos dentro. Gozo rápido, ‘Ahhh!’
‘Quero a tua pila’, gemo. Ele senta no bureau, chupo. Grossa, dura. Engulo, ele geme: ‘Vou…’ Jato quente na garganta, engulo tudo. Ruído no corredor! Guardião tosse. Escondemo-nos, colados, nus. Ele endurece outra vez.
Câmera off. ‘Agora fode-me.’ Deito no bureau, língua na cona, chupa mamilos. ‘Mete!’ Entra fácil, molhada. Vai devagar, acelera, fode forte. ‘Mais! Fode a tua prof!’ Grito, gozo, paredes contraem. Vira-me, levrette. Pila funda, mão na aliança do meu dedo, contrasta com a dele no rabo. ‘Vou gozar!’, esguicha nas costas.
Beijo longo. ‘Foi brutal.’ ‘Repetimos?’
Volto a casa, marido dorme sesta. Lavo suor, cheiro dele. Aula amanhã, ele olha, sorri. Ninguém sabe. Culpa? Pouca. Excitação total. Dupla vida: casada fiel, mas puta secreta. Adrenalina vicia. Próxima vez?