Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o Miguel, um engenheiro calmo e dedicado. De dia, sou professora de literatura na universidade, sempre impecável: saia lápis, blusa branca, aliança de ouro brilhando no dedo anelar. Vida perfeita, ou assim parece. Mas há cinco rentrées que o João me persegue com os olhos. Ele tem 23, eterno estudante de humanidades, sem diploma, só caçando saias no campus. Eu sei, porque ele me disse uma vez, no fim de uma aula: “Professora, o meu único curso é si mesmo.” Ri, mas senti um arrepio.
Hoje, 22 de setembro, rentrée. O anfiteatro lotado, cheiro a cigarro e perfume barato. Eu entro, começo a lição sobre Camões, mas os meus olhos vão para o fundo. Lá está ele, Johner, como lhe chamo em segredo, cabelo comprido, auriculares, olhar faminto. O coração acelera. Penso no Miguel à espera em casa com o jantar. Culpa? Sim, um bocadinho. Mas o desejo… ai, o desejo é mais forte. A aliança pesa no dedo enquanto escrevo no quadro. Ele sorri, eu desvio o olhar. A aula acaba, alunos saem. Eu fico a arrumar papéis, mas ouço passos. É ele. “Professora, precisa de ajuda?” Voz baixa, rouca. Hesito. “Não, João, vai para o próximo.” Mas ele aproxima-se, cheiro a erva e juventude. “Sinto a sua falta desde o verão.” O meu pulso dispara. Risco de alguém entrar. Digo: “Para, é perigoso.” Mas a mão dele roça a minha saia. Molho-me já.
O Segredo que Começa na Sala de Aula
Saímos pelo fundo, atrás do anfiteatro, num canto escondido por arbustos. Urgência pura. “Foda-se, professora, eu quero-te agora”, murmura ele, puxando-me contra a parede. Beija-me com fome, língua invasora, mãos na minha bunda. Eu gemo, “Rápido, o meu marido espera.” Ele ri, baixa a minha saia, cuecas de lado. O caralho dele sai duro, grosso, latejante. Eu agarro, sinto as veias pulsar. “Chupa-me”, ordena. Ajoelho no chão sujo, boca aberta, engulo até à garganta. Ele geme alto, “Que boquinha gulosa, sua puta casada.” Engasgo, saliva escorre, mas chupo voraz, mão na aliança contrastando com o pau dele. Levanto-me, viro-me, encosto as mãos na parede. Ele entra na minha cona de uma estocada, molhada e aberta. “Estás encharcada, safada.” Fode-me forte, rápido, paus e estocadas brutais. Sinto cada centímetro raspar, clitóris inchado. “Mais forte, fode-me antes que me apanhem!” Ele acelera, mão na boca para eu não gritar. O coração bate descompassado, suor cola a blusa. Gozo primeiro, pernas tremem, cona contrai no caralho dele. Ele puxa cabelo, “Vou gozar dentro?” “Não, fora!” Sai, vira-me, jorra porra quente na minha barriga, na aliança. Limpamos com lenços, riso nervoso.
Volto à fac, arranjo-me no WC. Cheiro a sexo no ar, mas ninguém nota. Rento a casa, Miguel: “Como correu a rentrée, amor?” Sorrio, “Perfeita.” Janto, beijo-o, mas penso no João, no risco, na porra seca na pele. De noite, deito-me ao lado dele, toco-me discretamente, excitada pelo segredo. Sou a esposa perfeita, a prof exemplar… e a amante viciada no perigo. Amanhã, outra aula. Outro risco. Não resisto.