Minha Dupla Vida: O Segredo Quente com a Vizinha da Piscina

Sou Inês, portuguesa de 42 anos, casada há 20, mãe de uma filha de 18 que acabou de entrar na uni em Narbonne. Mudámo-nos para esta casa brutal em Gruissan, com piscina, graças ao meu novo emprego top numa empresa local. Vida perfeita: marido amoroso mas ausente por viagens, eu profissional impecável de dia, dona de casa à noite. Mas… há o segredo. Aquela vizinha, Alex, 19 anos, loira, corpo de deusa, sempre em bikini minúsculo. Ontem, sábado, vi-a do jardim. Coração disparou. Hoje, domingo, a tensão rebenta.

Estava sozinha, marido fora, filha a dormir. Alex salta a cerca: ‘Posso mergulhar? A tua piscina brilha tanto.’ Eu, de maiô inteiro, conservadora, mas o calor… ‘Entra.’ Ela tira o vestido, fica de topless, mamas firmes, rosadas. Meu Deus, a aliança no meu dedo esquerdo brilha ao sol, contrastando com a pele dela quando a ajudo a untar óleo. ‘Inês, relaxa, ninguém vê.’ Toquei-lhe os ombros, dedos tremendo. Coração aos pulos, suor frio. ‘E se o meu marido volta cedo?’ Ela ri: ‘Mais adrenalina, não?’ A filha acorda, mas fica dentro. Nós na água, corpos roçando. Senti a cona pulsar debaixo do maiô.

A Rotina Perfeita e a Tentação que Cresce

Não aguentei. ‘Vem.’ Saímos, transats. Ela puxa-me as alças devagar. ‘Mostra-me essas mamas maduras.’ Desci o maiô até ao umbigo, tetas expostas, mamilos duros como pedras. Ela chupa um, língua quente, dentes leves. ‘Deliciosa, casadinha safada.’ Minha mão na aliança, girando-a nervosa, enquanto a outra desce ao tanga dela. Molhada já. ‘Alex, rápido, a filha pode sair.’ Ela ri, abre as pernas: ‘Lambe-me então.’ Deitei-me entre as coxas dela, cheiro forte de excitação. Lamba a cona rasgada, clitóris inchado, sucos escorrendo na minha boca. Dedos dentro, dois, curvados no ponto G. Ela geme baixo: ‘Fode-me mais forte, Inês.’ Meu coração martela, ouço a porta da casa? Não. Ela treme, goza na minha cara, jatos quentes.

O Gozo Proibido e o Regresso à Normalidade

Agora ela em cima. Tira o meu maiô todo, vê a minha cona peluda, casada mas faminta. ‘Que caralho molhado.’ Chupa-me voraz, três dedos metidos fundo, polegar no cu. ‘Grita se quiseres.’ Mordi o lábio, mas o prazer explode. ‘Porra, Alex, vou… ahhh!’ Gozei como nunca, corpo convulso, aliança cravada na coxa dela. Rápido, cinco minutos de fogo puro. Vestimo-nos a correr, ela salta a cerca. ‘Amanhã mais?’

Entro em casa, rosto corado, cheiro de sexo no ar. Filha: ‘Mãe, foste nadar?’ ‘Sim, amor.’ Abraço-a, sinto a humidade entre as pernas. Marido liga: ‘Tudo bem?’ ‘Perfeito.’ Noite normal, jantar, TV. Mas debaixo da mesa, mão na cona, revivo. Culpa? Pouca. Excitação total. Esta dupla vida… o risco de ser apanhada, o contraste da aliança fria com o calor dela. Quero mais. Muito mais.

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