Sou a Ana, 65 anos, casada há 30, advogada respeitada em Lisboa. Vida perfeita: marido fiel, casa impecável, rotina de reuniões e jantares. Mas… há dois anos e meio, trabalho em segredo para Dona Maria, octogenária rica em Cascais. Quinze anos mais velha que eu, ela me paga bem para ser sua serva nua. Culote ao léu, plug de 6 cm no cu o dia todo. Meu coração bate forte só de pensar. A aliança no dedo brilha enquanto passo o pano, e ela me olha, excitada.
Tudo começou inocente, mas virou vício. Adoro o risco: e se o marido descobre? Quatro dias por semana, chego de carro, tiro tudo, lubrifico o plug com creme e enfio. Fico horas assim, limpando, cozinhando. Ela, raspadinha, sem cueca, usa o plug cristal que lhe dei. Às vezes, banho juntas, fodo-a com os dedos no cu. Noites lá, alivio minha cona inchada enquanto ela manda. Sou submissa dela, e isso me molha.
O Segredo que Me Consome Diariamente
Semana passada, Maria reencontrou Lina, amiga de infância, numa missa fúnebre. Conversa vai, sexo vem. Maria gabou-me: ‘Nua, plugada, minha putinha perfeita’. Lina, viúva, fã de SM soft com jovens, quis ver. ‘Convida-me quando ela estiver de serviço’. Maria hesitou, mas mostrou minha foto. Aceitei pelo amor a ela, mas com ciúmes. ‘Só por ti, Maria’. Quinta, 15h, esperei nua, plug firme no cu, bichano depilado.
Dring! Abro, Lina entra: ‘Olá, serva. Bonito plug’. Vira-me, sacode-o: ‘Segura bem?’. ‘Sim, senhora, 6 cm grosso, base larga’. Maria ri. Sentamo-nos, sirvo chá. Lina derruba biscoitos de propósito: ‘Ajoelha-te, rabo pra mim’. Obedeço, cu exposto. Ela apalpa minhas bolas… espera, não, minhas tetas pendem, cu piscando. Puxa plug, enfia mais fundo. Meu clítoris endurece.
Ela tira meias, ata minha cona: uma volta no clitóris, outra nas grandes-lábios, nó apertado. ‘Pacote pronto’. Puxa como alças, dói e excita. ‘Quatro patas, serva de mesa’. Fico assim duas horas, chá no dorso, elas tagarelam. Puxam meias pra me masturbar à distância. Plug sacudido, quero gozar. Lina manda: ‘Não ejacules’. Saio sem gozo, mas pingando.
O Encontro Explosivo e os Prazeres Proibidos
Na casa dela, vingança. Descubro lingerie, sugiro lavagem. Ela sem cueca, ‘Domingo hoje’. Na varanda, amarro-a à mesa: pernas ao alto, cona peluda aberta. Enfio três supositórios no cu. Depois, bock de litro, água quente 40º no reto. ‘Sente os intestins cheios?’. Gemo sim. Plugo Rosebud 4cm, raspo sua cona à seco: lâmina na vulva, clitóris proeminente. Aspiro mamilos e clitóris com seringes. Dois litros dentro, bebo mais, bexiga explode.
Contraio, orgasmo vem: urina jorra na bacia, merda com água do cu. Gozo gritando, ‘Fode-me mais!’. Liberta, exausta, feliz. Jantamos, planeamos mais: dado decide vítima.
Volto pra casa, marido dorme. Lavo plug, aliança reluz. Culpada? Pouco. Excitada sim, segredo seguro. Amanhã, rotina. Mas o cu lateja, lembro do risco. Quero mais.