São sete e quarenta e cinco. Entro em casa, o coração ainda acelerado. O João chega logo depois, beijo-o rápido. “Desculpa, amor, fiquei retida no trabalho. Um relatório urgente.” Ele pergunta se é grave. “Não, nada. Vou tomar banho e já venho. Tem salada na geladeira, põe a mesa?” Ele ri, diz que se vira. Eu corro para o chuveiro, sentindo o cheiro dele ainda na pele, no cabelo. A aliança no dedo brilha sob a água, contrastando com o sêmen seco nas coxas. Janto normal, série no sofá, abraçados. Na cama, ele encosta em mim, o pau endurecendo nas minhas costas. Normalmente, isso me acende. Mas hoje… hesito. “João, preciso confessar algo.” Ele se assusta. “O quê?” “Lembra que cheguei tarde? Não foi só trabalho. O senhor António, meu chefe, me chamou ao gabinete dele. Achei que estava sozinha no prédio.”
Entro, fecho a porta. Ele elogia meu trabalho na contabilidade, diz que resolvi os atrasos de clientes, salvando 6% do faturamento. Explico o Pareto, a rede de contactos. Ele sorri: “Chama-me António.” Surpreendida, mas lisonjeada. Mais elogios, relatório financeiro perfeito. Prime de dois meses de salário. E promoção: diretora financeira, adjunta dele. Levanta-se, mãos nos meus ombros. Massaja a nuca. Sinto um arrepio. Os dedos descem, desabotoam a blusa devagar. Fico paralisada. As mãos entram no sutiã, apertam meus peitos. “Que seios lindos, tão fartos.” Não resisto. Ele os liberta, mama-os. Meu corpo treme. Ele saca o caralho do fato, enorme, veias saltadas, cabeça roxa. Lamba o pré-gozo, doce. Engulo-o todo, garganta funda, lambendo as bolas. Ele geme: “Para, ou gozo.”
O Segredo que Começou no Fim do Dia
Levanto-me, ele tira a minha calcinha de renda – a que o João me deu no Dia dos Namorados. Põe na mesa. Sento no tampo, saia subida. “Que cona depilada!” Lambe-me como um deus, língua no clitóris, no buraco, chupando tudo. Gozo quase, inundando-lhe a boca. Ele pergunta: “Queres?” “Sim, fode-me, por favor!” Entra devagar, enche-me toda. Bom, tão grosso. Bombeia suave, lambendo os mamilos. Depois, a quatro, no cadeirão dele. Lubrifica o cu com gel do cajão. Pega o corta-papéis, frio no metal na cona, no cu. Enfia o cabo no ânus, devagar. “Queres?” “Vai, mas suave.” Sensação nova, fundo. Chupo-o de novo, com o cabo no cu. Ele volta, lubrifica mais, pressiona o caralho no cu. Abro as nádegas. Entra o cabeça, sai, entra mais. Empurro contra, ele fode o cu todo. Gozo gritando baixo, ele enche-me de porra quente.
Volto a casa, banho rápido. No quarto, conto tudo ao João. Ele fica chocado, mas o pau endurece. Dedilha-me a cona molhada, depois o cu. Fode-me o cu pela primeira vez, selvagem. “Puta!” Grito sim. Goza dentro. “Não me zangues, amor? Ele ficou com a calcinha.” “Aceita a promoção. Quero esta tu nova.” Segunda, no gabinete dele, levanto a saia, cona ao léu. Devolve a calcinha, acaricia as nádegas. “O bónus já está na conta. Assina o contrato quando quiseres.” Saio, vejo reunião marcada: 18h, gabinete do diretor. Sorrio, o ventre aquece. O dia vai ser longo. Mas esta noite… o risco, o segredo, arde em mim. Adoro esta dupla vida.