Era julho em Lisboa, calor pegajoso. O meu marido, o Paulo, estava fora por uns dias em negócios. Eu, a Ana, 38 anos, advogada num escritório chique, vida impecável: casa arrumadinha, aliança a brilhar no dedo, jantares com amigos. Mas por dentro… ai, o fogo. Adoro o risco, o segredo que me faz pulsar entre as pernas. Aquela noite, por volta das 23h, depois de um filme na TV, desci as escadas do prédio para deitar o lixo na cave. Luz fraca, cheiro a podre. E lá estava ele, o João, vizinho do andar de baixo. Mulher fora, sozinho. Olhares trocados há meses. Ele alto, forte, sempre a fitar-me as curvas.
Blonde com cabelo solto, saia escocesa curta até meio das coxas, blusa branca fina deixando ver o sutiã rendado. Conversa banal: “Boa noite, tudo bem?”. Durou minutos, luz a piscar a cada três. “Vem lá acima, um copo fresco?”, disse eu, voz tremendo de excitação. Ele aceitou. Subi primeiro, sentindo o olhar dele no meu rabo a rebolar. Coração aos saltos. E se o Paulo ligasse? E se alguém visse? Adrenalina pura.
O Encontro Acidental que Acendeu o Fogo
No meu apartamento, luz baixa. Ele no sofá, eu busco cervejas geladas. Volta e vejo-o com a minha revista de trans na mão. Farfou na mesa baixa. Corei, mas sorri. “Gostaste?”, perguntei. Ele gaguejou, mas notei o volume nos calções. Sentei-me ao lado, pernas entreabertas. Ele olhava para o meu regaço. Falámos de fantasias. “Gostas de surpresas?”, sussurrei. Mão na coxa dele. Beijo molhado, línguas a dançar, saliva a escorrer. Minha aliança fria contra a pele quente do pescoço dele.
Ele gemeu. Desabotoei a blusa, tirei o sutiã. Seios fartos, cicatrizes discretas das ops antigas. Ele chupou os mamilos duros, mãos a amassar. Eu a ferver. Levantei a saia, sem cuecas. Ele ajoelhou-se, cara entre as minhas coxas. E pimba: o meu pau duro, 20cm fininho, bateu na cara dele. Choque nos olhos. “Que raio…”, murmurou, querendo recuar. Segurei a cabeça dele. “Chupa, vais adorar”, ordenei, voz rouca. Ele hesitou, mas abriu a boca. Primeira vez dele, malandro mas guloso. Lambeu o caralho todo, bolas, até o cu molhado. Eu gemia: “Assim, caralho, boa putinha”.
A Revelação Explosiva e o Sexo Selvagem
Masturbava-me enquanto ele mamava. Divino. “A quatro patas, agora”, mandei. Ele obedeceu, rabo ao alto. Lambi-lhe o cu, dedos a foder o buraco virgem. Ele pingava. Preservativo na minha verga, lubrifica. Posicionei-me atrás, empurrei. Dor no rosto dele, mas segurei as ancas. “Relaxa, safado”. Glândula entrou, depois tudo. Fodia-o forte, bolas a bater, ele a gemer “Fode-me mais!”. Eu a acelerar, tapa na bunda: “Rabo de puta casada”. Ele punhetava por baixo, pau roxo de tesão.
Minutos intensos, suor, cheiro a sexo. Saí do cu dele, tirei a borracha, enfiei na boca. Gozei jatos doces na língua, cara, engole tudo. Ele explodiu no chão. Limpei o esperma dele com dedos, fiz-lhe comer. “Bom rapaz”. Hora tardia, ele vestiu-se a tremer. “Segredo nosso”, pisquei. Saiu. Eu no chuveiro, cheiro dele na pele, aliança ainda no dedo. Voltei à cama, sozinha mas viva. Amanhã, vida normal: tribunal, marido de volta. Mas o segredo pulsa. Quero mais. O risco… ai, o risco me mata de prazer.