Sou casada há oito anos, com uma vida impecável aos olhos de todos. Trabalho como gerente num escritório em Lisboa, chego a casa a horas decentes, faço jantares para o meu marido João e sorrio nas fotos de família no Instagram. Mas… há meses que o sexo com ele é um deserto. Ele adormece no sofá, eu fico acordada, a mão entre as pernas, a imaginar outra coisa. Comecei a entrar em sites de encontros discretos. Nada de compromisso, só prazer puro. Foi aí que conheci o Pedro. Ele é bi, vive sozinho durante a semana porque a namorada está longe, e adora ser dominado. Trocar mensagens com ele era fogo: ‘Quero que me chames de puta, que me fodas como se eu fosse tua.’ Mandei fotos minhas nua, ele as dele – grande, musculado, 1,90m. A foto tinha um ar meio perigoso, mas excitava-me. Parei um tempo, mas ele voltou: ‘Fiquei com fome de ti.’ Marquei quinta-feira ao meio-dia, na casa dele, perto do meu trabalho. O coração batia forte no carro. E se o João ligasse? E se alguém me visse? Mas a cona latejava de desejo.
Cheguei com 15 minutos de atraso, nervosa. Toquei à campainha, ele abriu com um sorriso largo, aperto de mão quente. ‘Café?’, perguntou. Sentámo-nos no sofá, conversámos como velhos amigos. A mão dele na minha coxa. Olhou-me nos olhos, subiu para o meu sexo por cima da saia. ‘Posso ver?’ Tirei a saia e as cuecas, fiquei de camisa, a cona molhada exposta. Ele ajoelhou-se, lambeu devagar o clitóris, enfiou a língua. ‘Chupa-me bem, tua puta’, disse eu, agarrando-lhe a cabeça. Ele engoliu a minha excitação toda, gemendo. Troquei: tirei-lhe as calças, o caralho dele saltou, grosso, 18cm. Chupei o glande, enfiei-o na boca quente. Ele gemia: ‘Sim, engole tudo.’ Passei-lhe a língua nas bolas, chupei-as. Ele a quatro patas no sofá, eu atrás, lambendo-lhe o cu que pulsava. ‘Quero-te dentro de mim’, pediu, estendendo um preservativo. Pus-lhe, posicionei-me. O cu dele apertado resistiu, mas o meu strap-on – sim, levei o meu segredo – entrou devagar. ‘Sentes-me no fundo?’, perguntei. ‘Fode-me forte, trata-me como puta.’ Comecei devagar, depois rápido, as minhas ancas a baterem. Ele rebolava, ‘Mais, desfaz-me o cu!’ Virei-o de costas, chupei-lhe o caralho enquanto o fodia. Ele gozou no meu peito, quente. Tirei o strap, ele masturbou-me até eu explodir na boca dele.
O Segredo que Começou a Queimar
Rimos, fomos para a duche. O caralho dele endureceu de novo. Ajoelhei-me, chupei olhando nos olhos. Beijámo-nos pela primeira vez, tongues quentes. ‘Fode-me de pé’, pediu. Colei-me às costas dele, mão no caralho dele, pinçando o mamilo. Ele baixou-se, eu enfiei o strap no cu ainda aberto. Sob a água, fodi-o vigoroso, chamando ‘Minha salope, adoras o cu rebentado?’. Ele gritava ‘Sim!’. Mudámos para a cama molhada, ele de barriga para baixo, eu por cima, a bombar fundo. ‘Quero-te todo dentro!’ Virei-o, fodi forte, masturbando-o. Gozou a gritar, eu segui, exausta.
Saí de lá a tremer, almaço no dedo brilhando ao volante. Tomei banho em casa, o João nem notou. Mas eu? Sinto o cu dele ainda no meu strap, o risco no peito. Amanhã volto ao escritório, sorridente. Mas à noite, penso nisto e molho-me outra vez. Esta dupla vida… é viciante. Quero mais.