Sou a Maria, 38 anos, casada com o João há 12. Trabalho no banco, chego a casa às 18h, faço o jantar, ajudo os miúdos nos TPC. Vida perfeita, dizem. Mas… eu tremo só de pensar nela. A Ana. Conhecemo-nos há seis meses num chat anónimo. Ela é alta, curvas perigosas, olhos que prometem pecado. Tem um passado sombrio, tipo actriz em filmes proibidos, mas não pergunto. O meu segredo? Encontros rápidos, perto de casa, para não levantar suspeitas. Hoje, o coração bate forte no autocarro. Olho a aliança no dedo, fria contra a pele quente. O João manda mensagem: ‘Janta cedo?’. Respondo ‘Sim, amor’, e mordo o lábio. Culpa? Um bocadinho. Mas o desejo… ai, que fogo. Saio na paragem errada, caminho nervosa pela rua escura do bairro. Ela espera no carro dela, estacionado num beco atrás do supermercado fechado. Risco alto: vizinhos podem passar. ‘Entra rápido’, sussurra ela, voz rouca. Fecho a porta, o cheiro dela invade-me: suor misturado com perfume barato. ‘Estás molhada já?’, ri baixo. Eu… sim. As mãos dela sobem pela minha saia, apertam as cuecas. ‘Tira tudo, puta casada.’ Obedeço, coração aos pulos. A aliança brilha no escuro, contrastando com os dedos dela na minha cona ensopada.
Não há tempo para preliminares. Ela reclina o banco, empurra-me para trás. ‘Abre as pernas, Maria. Mostra essa cona de esposa fiel.’ Eu abro, exposta, o ar frio no clitóris inchado. Ela baixa a cabeça, lambe devagar, língua quente rodando no buraco. ‘Hmm, sabe a culpa deliciosa.’ Gemo baixo, ‘Ana… rápido, o João espera.’ Ela ri, enfia dois dedos, fode-me forte, o som molhado ecoa no carro. ‘Grita se quiseres, mas cala-te.’ Chupo os meus próprios dedos para não uivar. Ela sobe, tira a saia, mostra o cu depilado e a cona raspada. ‘Lambe-me agora.’ Monto-lhe a cara, esfrego a cona na boca dela, sucos escorrendo pelo queixo. Ela morde o clitóris, dói bom, e eu gozo rápido, tremendo toda. ‘Boa rapariga’, diz, e enfia um vibrador grosso na minha cona, liga no máximo. Vibrações loucas, sinto o cu piscar. ‘Meta no cu também?’, pergunta maliciosa. ‘Sim… fode-me os dois buracos.’ Ela lubrifica com cuspe, mete um dedo no cu, depois dois, estica-me enquanto o vibro me rebenta por dentro. ‘Vais gozar de novo, safada.’ Eu gozo, esguicho no banco, molho tudo. Ela esfrega a cona na minha perna, goza gemendo ‘Fode, Maria, casa comigo amanhã’. Rimos nervosas, suadas, coladas. Cinco minutos: visto-me às pressas, beijo-a com língua de despedida. ‘Volta amanhã?’, pede. ‘Se puder…’
A Rotina Que Me Sufoca
Saio do carro, pernas bambas, cona a pulsar ainda. Caminho depressa para casa, o vento seca o suor entre as coxas. Chego, o João abre a porta: ‘Onde estavas?’. ‘Atraso no banco, amor.’ Sorrio, aliança no dedo, cheiro dela na pele. Janto com a família, normal. Mas debaixo da mesa, aperto as coxas, sinto o resquício molhado. No banho, toco-me devagar, lembro a língua dela no cu. Gozo outra vez, água a correr. Deito-me com o João, ele dorme rápido. Eu? Acordada, excitada com o segredo. Amanhã volto. Esta dupla vida… vicia. O risco de ser apanhada? É o que me faz viva. Culpa? Pouca. Prazer? Infinito.