Sou a Inês, 35 anos, casada com o João há dez. Vida perfeita: casa arrumadinha nos subúrbios de Lisboa, emprego de gestora num banco. Todo o mundo me vê como a senhora séria, com aliança a brilhar no dedo, blusas abotoadas até cima. Mas… tenho uma tara. A Maria, a ruiva da cantina do trabalho. Ela é lésbica convicta, draga-me há semanas. O coração bate-me forte só de pensar nela.
Tudo começou há uns dias. Estávamos a comer juntas, eu sem calcinhas debaixo da saia – gosto dessa liberdade, sinto-me viva. Ela deixou cair o garfo de propósito, baixou-se e… viu tudo. ‘Gonflada, Inês, sem nada por baixo? Adoro essas surpresas’, disse ela, com um sorriso maroto. Eu corei, mas abri as pernas um bocadinho, só para a provocar. Desde aí, não penso noutra coisa. Mento ao João: ‘Vou trabalhar até tarde hoje’. Ele nem sonha. O risco de ele chegar cedo? Matava-me de excitação.
O Segredo que Começou na Cantina
Ontem, convidei-a. ‘Vem a minha casa, traz pizza, o João sai cedo’. Mentira: ele janta com clientes, volta às 22h. Eu tremia enquanto abria a porta. Ela entrou, olhos famintos. ‘Onde está ele?’, perguntou. ‘Fora. Mas temos pouco tempo’. Beijámo-nos ali mesmo na entrada, as línguas enroscadas, as mãos dela já na minha saia. Senti o metal frio da aliança contra a pele quente dela. Coração aos saltos, e se o vizinho visse?
Arrastámo-nos para o sofá. Ela rasgou-me a blusa, chupou-me os mamilos duros como pedras. ‘Quero essa cona há tanto tempo’, murmurou. Eu gemi, culpada mas molhada até aos ossos. Deitei-a no tapete, abri-lhe as pernas ruivas e peludas. A cona dela brilhava, inchada. Enfiei a língua, lambi o clitóris grande, suguei como se fosse o último prazer da vida. Ela gritou: ‘Fode-me com os dedos, Inês!’. Meti dois, depois três, bombeando rápido. O cheiro dela, salgado e doce, enchia-me a cabeça. Virou-me de costas, comeu-me o cu com a língua enquanto me dedava. ‘Estás tão apertadinha aqui, casadinha’. Eu gozei primeiro, o corpo a tremer, jatos quentes a escorrerem pelas coxas. Ela veio logo depois, apertando a minha cabeça contra a cona dela, gritando o meu nome.
O Encontro Proibido em Casa
Não parámos. 69 no sofá, conas coladas, lambendo-nos como cadelas no cio. Dedos no cu dela, língua no clitóris meu. Gozámos juntas, suadas, ofegantes. Olhei o relógio: 21h30. ‘Veste-te, ele chega!’. Ela riu, beijou-me uma última vez, a mão na minha cona ainda latejante. ‘Da próxima, arrisco mais’. Saiu pela porta das traseiras.
Arrumei tudo a correr, pus o jantar na mesa. João entra, beija-me na cara. ‘Cansada, amor?’. Sorri, sentindo o sêmen dela – não, o sumo dela – ainda entre as pernas. De noite, fodi com ele, a pensar nela. O segredo queima-me por dentro, faz-me pulsar. Amanhã, volto ao banco, séria e recatada. Mas debaixo da saia? Nada. Esperando o próximo risco. Esta dupla vida… é o meu vício.