A Minha Dupla Vida: A Auto-Stopista que Me Fez Tremer de Prazer Proibido

Eu sou a Ana, 35 anos, casada há 10 com o João, advogado como eu. Vida perfeita em Lisboa: casa em Alfama, jantares com amigos, rotina impecável. Mas… tenho esta fome. Adoro o risco, o segredo. A aliança no dedo esquerdo brilha, mas por baixo, pulsa o desejo de ser apanhada. Ontem à noite, voltei de um jantar com o Pedro e a Marta, em Cascais. Bebi um copo a mais, mas conduzia bem. Chuva torrencial, estradas escuras da serra. O meu velho Peugeot rangia, limpa-vidros a penar.

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Numa curva da floresta, vi uma silhueta branca. Uma rapariga, encharcada, a fazer auto-stop. Parei. ‘Obrigada! Chamo-me Inês’, disse ela, a tremer, entrando. Loiro curto, pele clara, cara de miúda, uns 22 anos. ‘Onde vais?’, perguntei. ‘Perto de ti, Oeiras. Discuti com o namorado, saí a pé. Estúpido, né?’. Ri-me. ‘Tens 18?’, arrisquei. ’21! E tu?’. ’34. Velha, não?’. Ela sorriu, grelotando. A saia fina colada à pele.

O Encontro Sob a Chuva e o Segredo que Começa

‘Tira isso, seca no banco’, disse. Ela hesitou. ‘Não te importas?’. Desabotoou. Sem sutiã. Peitinhos pequenos, rosados. E sem cuecas. Cona depilada, lábios lisos, molhados da chuva. ‘Não chocas?’, provocou. Ri-me, coração a acelerar. ‘Somos mulheres’. Falámos. Ela: ‘Adoro sem cuecas, o vento na cona, o risco’. Eu, corando: ‘Experimentei, mas… não sou assim’. Mentira. Excita-me.

A luz da gasolina acendeu. ‘Paro na bomba. Pega o meu casaco atrás’. Ela esticou-se nua, rabo perfeito à minha frente. Cheirava a chuva e desejo. Vestiu-o curto. Saiu assim! Na bomba, gritou: ‘Queres o casaco?’. Abriu-o, tetas ao ar, mão na cona, a masturbar-se contra a bomba. O tipo ao lado não via, mas eu? Pânico. ‘Para!’, sussurrei. Pagou ela, sem casaco dentro da loja! Voltou nua, abriu a porta: ‘Vai, rápido!’. Acelerei, rindo nervosa.

O Êxtase Rápido e o Regresso à Rotina

‘Tu és louca!’. ‘Prova que és capaz’. Desafio. Parei, tirei tudo. Nua ao volante, só sapatos. Coração aos saltos, mamilos duros, cona a pingar. ‘Sentes?’, perguntou, mão na minha coxa. ‘Não’, menti. Tocou a fenda. ‘Mentes. Estás encharcada’. Beijámo-nos ali, na auto-estrada. Línguas quentes, ela chupava a minha, mão na minha cona. Dedos dentro, dois, a foder-me rápido. ‘Ah, caralho, Inês…’. Eu toquei a dela, lisa, inchada. Esfreguei o clitóris, ela gemeu: ‘Mais forte, puta casada’.

Carro atrás, apitos. Acelerei, nua, ela de pernas abertas no banco. ‘Chupa-me’, pediu. Parei num canto escuro. Baixei a cabeça, língua na cona dela. Sabor salgado, molhado. Ela empurrou a minha cara: ‘Lambe o cu também’. Fiz, dedos na cona, língua no ânus apertado. Ela gozou: ‘Fode, sim!’. Virei-me, cona na cara dela. ‘Come-me, vadia’. Chupou voraz, três dedos dentro, a bombar. Eu? Gozei forte, jatos na boca dela, gritando baixo. ‘A aliança… vê? Casada e a trair’. Rimos, suadas, cheiro de sexo no carro.

Chegámos ao prédio dela. ‘Vem acima?’. ‘Não, sou hetero’. Mentira outra vez. Beijou-me fundo, mão no cu. Empurrei-a suave. Saiu nua, linda ao luar, saia na mão. Eu? Parti nua, vesti-me no garagem. O João dormia. Tomei banho rápido, deitei-me ao lado dele. Toquei-me pensando nela, cona ainda sensível. Gozei quieta, mordendo o lençol. Amanhã? Escritório, sorrisos falsos. Mas o segredo arde. Quando me apanham? Isso excita mais. Vida dupla… viciante.

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