Sou a Maria, 35 anos, casada há 10 com o João, advogada em Lisboa. Vida perfeita: casa impecável, rotina de reuniões e jantares em família. Mas ontem… ai, ontem no camping em Sagres, tudo mudou. Disse ao João que ia com a Caro para ‘relaxar’. Mentira. Encontrei o Rémi, aquele rapaz de 25, moreno, olhos vivos, que me faz tremer. De manhã, bronzava com a Caro na praia, o sol a queimar a pele, o biquíni a apertar os meus 95C. Ele aparece com os amigos, sorriso safado. Beijo-o devagar, sentindo o coração disparado. A aliança no dedo esquerdo pesa enquanto aperto a dele. ‘Boa manhã, linda’, sussurra. Meu Deus, e se alguém me reconhece?
A tensão cresce. Caminhamos pela praia, mão na mão, longe dos outros. Falo da minha vida ‘normal’, ele ri: ‘Pareces tão certinha, mas eu vejo o fogo nos teus olhos.’ Água nos joelhos, ele cola-se, beija-me forte, mão nas minhas nádegas. ‘Ganhei a corrida, mereço prémio’, diz, peito inchado. Rio, nervosa. ‘Aqui? Louco.’ Mas mergulho a mão no fato de banho dele, agarro o caralho duro, já latejante. Masturbo devagar, água a tapar tudo. Ele geme baixo, ‘Maria… para, vou gozar.’ Parei, sussurrei: ‘Chuveiros do camping, já. Ninguém lá.’ Corri, coração na boca, culpada mas molhada como nunca.
O Segredo que Começou na Praia
Chego às chuveiros vazias, tranco-me na última. Tiro o biquíni, seios livres, pesados, mamilos duros. Dedos na cona, escorregadia, enfio dois, gemo. ‘Rémi, onde estás?’ Passos. Porta abre: Caro! ‘Meu Deus, Maria! Pensava que choravas por causa dele.’ Cobri-me, vermelha. ‘Não é o que pensas… vai, mas vigia.’ Ela sai, eu continuo, febril. Finalmente, ele: ‘Puça?’ Nu, cona inchada, clítoris alerta. Arranco-lhe o fato, ajoelho. Chupo o caralho salgado do mar, bolas na boca, língua no glande. Ele agarra-me o cabelo, fode-me a boca: ‘Assim, engole tudo.’ Goza jatos quentes no pescoço, seios, um na boca – engulo, olhos nos dele. Ele sorri, exausto. ‘Espera-me fora.’ Fiquei ali, insatisfeita, mas viva.
O Prazer Proibido nas Sombras
De tarde, siesta na tenda. Acordo com beijos no pescoço – Rémi! ‘Caro foi à praia, estamos sós.’ Nu, caralho duro. ‘Não, aqui? Vão ouvir!’ ‘Shhh, é a tua vez.’ Preservativo na mão. Chupo-o devagar, coloco a borracha. Monto-o, cona a engolir o pau todo, molhada pra caralho. Rebolo, ele mama os peitos, pinça mamilos. Gemos baixo, tenda quente, suor. Viro-me, ele fode forte: ‘Tão apertadinha, Maria.’ Pau entra fundo, cona rebenta em sumo. Quase grito, mordo o lábio. Ele treme, goza dentro da borracha, olhos em chamas. Ficamos abraçados, corações loucos.
Volto ao ‘normal’: almoço com todos, risos, Caro olha esquisita. Beijo o João ao telefone: ‘Amo-te, chego amanhã.’ Mas sinto o sêmen seco na pele, aliança fria contra o calor da memória. Culpada? Um pouco. Excitada? Imenso. Esta dupla vida – esposa perfeita, puta secreta – vicia. O risco de ser apanhada? É o que me faz pulsar. Amanhã, mais?