Sou a Ana, 35 anos, casada há 10, advogada em Lisboa. Vida perfeita no papel: casa bonita nos subúrbios, marido engenheiro, jantares de família aos domingos. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Fantasias com homens, com mulheres, com os dois ao mesmo tempo. Há meses que namoro online com um casal: o João, 38, bi, robusto, com uma pila grossa que me baba só de ver as fotos; e a Marta, 34, curvilínea, olhos safados. Eles são livres, eu não. Menti ao marido que ia a um curso com colegas. Coração aos pulos no carro, aliança brilhando no dedo, suor frio nas costas. ‘E se ele descobre?’, penso. Mas o desejo vence. Paro na garagem deles no centro, longe de tudo. Toquei à campainha às 21h, pernas tremendo.
Eles abriram a porta, sorrisos cúmplices. ‘Entra, linda’, disse a Marta, beijando-me a bochecha, mão na minha cintura. O João cheirava a aftershave fresco, forte. No sofá, copo de vinho na mão, mas ninguém bebeu muito. A tensão era palpável. ‘Estás nervosa?’, perguntou ele, mão na minha coxa. ‘Um pouco… mas quero isto tanto’, respondi, voz rouca. A Marta riu baixinho: ‘Vamos devagar’. Mas não fomos. Ela beijou-me primeiro, língua quente, macia. Eu gemi, sentindo o João colar-se por trás, beijos no pescoço. Desabotoou a minha blusa, ‘Que aliança bonita’, murmurou, chupando o lóbulo da orelha. Meu Deus, o contraste: metal frio no dedo, mão dele quente na minha cona já molhada por cima das cuecas.
O Segredo que Eu Escondia do Meu Marido
Levantámo-nos, urgência no ar. ‘Quero-te nua’, disse o João, despindo-me devagar. A Marta ajudou, beijando os meus peitos, mamilos duros como pedras. Eu toquei na pila dele por cima das calças – grossa, pulsante, veias salientes. ‘Caralho, é maior ao vivo’, sussurrei. Despi-os também. Ele poilento no peito, ela depilada, cona rosada. No quarto, luz baixa. A Marta deitou-se, eu entre as pernas dela, lambendo aquela cona doce, salgada de excitação. O João atrás de mim, de quatro, língua no meu cu primeiro, depois na cona. ‘Estás ensopada, puta casada’, rosnou. Enfiou dois dedos, eu arqueei. ‘Fode-me já’. Ele obedeceu: pila grossa abrindo-me, centímetro a centímetro. Dorzinha boa, cheia. Marta gemia enquanto eu a chupava, clitóris inchado na boca.
A Noite de Sexo Cru e Proibido
Mudei: montei no João, cona engolindo aquela rola até ao fundo, bolas batendo no cu. Marta sentou na cara dele, ele lambendo-a enquanto eu cavalgava, peitos balançando. ‘Mais rápido, Ana!’, gritou ela. Eu sentia o coração disparado, suor escorrendo, risco de tudo – marido a mandar mensagem? ‘Onde estás?’. Ignorei. O João virou-me de costas, fodeu forte, mão no pescoço. ‘Gostas de ser a nossa putinha secreta?’. ‘Sim, fode mais!’. A Marta veio, esfregando a cona na minha cara, eu lambendo tudo. Ele acelerou, pila inchada, ‘Vou gozar!’. ‘Dentro, porra!’. Sentiu-o explodir, jatos quentes enchendo-me. Eu gozei logo depois, corpo convulsionando, unhas nas costas dele. Marta gozou na minha boca, sucos escorrendo pelo queixo.
Ficámos ofegantes, corpos colados, cheiro de sexo no ar. Duche rápida, beijos de despedida. ‘Volta quando quiseres’, piscou o João. Saí às 23h, pernas bambas, cona latejando, esperma a escorrer nas cuecas. Cheguei a casa, marido dormia no sofá, TV ligada. Beijei-o na testa, ‘Noite boa?’. ‘Sim, cansativa’, menti, sorrindo por dentro. Deitei-me, corpo ainda quente, revivendo tudo. Amanhã sou a esposa perfeita, mas esta noite… fui a vadia livre. O segredo arde, e eu adoro. Quero mais. Muito mais.