Minha Dupla Vida: A Aventura Secreta que Me Faz Tremer de Prazer

Sou a Ana, 35 anos, casada há 10 com o Miguel, um contabilista certinho. Trabalho como advogada num escritório chique no centro do Porto. Vida impecável: casa arrumadinha nos subúrbios, jantares em família, yoga aos sábados. Mas… ai, mas há o Zé. O Zé é o meu segredo sujo. Pastor numa aldeia perto do lago do Alqueva, corpo forte de sol e trabalho, mãos calejadas que me deixam a cona a pulsar só de pensar. A aliança no dedo brilha enquanto digito relatórios, e o coração bate forte. ‘Hoje não’, penso. Mas o telemóvel vibra: ‘Lago, 17h. Não tardes’. Merda. Reunião inventada, saio cedo. No carro, as coxas apertam-se, já molhada. Chego ao lago, o sol poente tinge a água de laranja. Ele está lá, saído do banho, nu, a verga meia-mole a balançar. ‘Ana, minha puta casada’, diz com aquele sotaque alentejano grosso. Eu tremo. ‘Zé, tenho de voltar antes das 19h, o Miguel espera o jantar’. Ele ri: ‘Então fodo-te rápido e bem’.

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A tensão rebenta. Ele puxa-me para os arbustos, a robe de banho cai. Eu levanto a saia pencil do trabalho, rasgo as collants com unhas nervosas. Nada de cueca hoje, sabia que viria. A aliança fria roça a pele quente dele enquanto agarro a verga dura como pedra. ‘Olha para isto, casada’, murmura, esfregando a cabeça inchada na minha cona depilada. Eu gemo baixo, olho em volta – e se alguém passa? O risco fode-me a cabeça. Ele empurra-me contra uma árvore, pernas abertas, e entra de rompante. ‘Caralho, que apertadinha!’, grunhe. Eu mordo o lábio: ‘Fode-me forte, Zé, faz-me tua’. O pau dele martela fundo, bolas a bater no cu, suores misturam-se. Sinto cada veia a pulsar dentro de mim, o clitóris inchado roçando o púbis peludo dele. ‘Mais rápido, vai, goza dentro!’, imploro, unhas cravadas nas costas. Ele acelera, animal, ‘Toma, puta, leite quente para o teu marido limpar’. Gozo primeiro, cona a contrair, pernas a tremer, um jato molha as coxas. Ele explode logo depois, enchendo-me de porra grossa, escorrendo pelas pernas. Cinco minutos, intenso, sujo. Limpamos com folhas, beijos rápidos. ‘Volta já, amor’, diz ele, piscando.

A Rotina Perfeita e o Chamado do Desejo

No carro de volta, a porra ainda escorre, mancho o banco. Chego a casa, sorriso falso: ‘Trânsito, querido’. O Miguel beija-me a face, nada nota. Janto, conversa banal, mas eu sinto o cheiro dele na pele, a cona sensível a roçar as cuecas limpas que pus. De noite, no banho, toco-me devagar, revivendo. Culpa? Um bocadinho, mas o prazer do segredo é maior. Amanhã, escritório de novo, aliança a brilhar. Mas o Zé manda foto da verga: ‘Para a próxima’. O coração acelera outra vez. Esta dupla vida… vicia. Quero mais risco, mais foda proibida. Sou a advogada perfeita e a puta do pastor. E adoro.

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