Sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, advogado certinho em Lisboa. De dia, sou professora numa escola secundária, com saias castanhas e blusas discretas. A aliança no dedo brilha no quadro negro. Mas à noite… ai, à noite, o meu segredo queima. Encontrei a Inês há um mês, numa conferência no Porto. Ela é guia de trilhos na serra de Montesinho, pele morena, olhos pretos que me devoram. Mandávamo-nos mensagens quentes, mas ontem… ontem foi o limite.
Estava de férias com o João, mas disse que ia a uma formação em Bragança. Ele acreditou, beijou-me na porta. ‘Volta cedo, amor.’ O coração batia forte enquanto conduzia a carrinha alugada pela serra. Inês esperava-me num trilho escondido. Vestida com calções curtos, top justo, o suor a colar na pele. ‘Vem, Ana, mostro-te um sítio secreto.’ Hesitei, toquei na aliança. ‘E se nos virem?’ Ela riu, puxou-me a mão. ‘O risco é o que nos excita.’ Subimos, o sol a queimar, o cheiro de pinheiros. Parámos numa clareira com uma tenda armada. A adrenalina subia. O telemóvel vibrou: mensagem do João. ‘Estás bem?’ Respondi rápido, mente a mil. Inês aproximou-se, roçou os seios no meu braço. Senti o calor entre as pernas. ‘Desejo-te tanto, casadinha.’ Mordi o lábio. Culpa? Sim. Excitação? Muito mais.
O Segredo que Me Consome
Choveu de repente. Corremos para a tenda. Molhadas, tremendo. Ela fechou o fecho, virou-se para mim. ‘Agora és minha.’ Puxou-me contra ela, beijos urgentes, línguas a devorar. As mãos dela nas minhas tetas, apertando os mamilos duros por cima da blusa. ‘Tira tudo.’ Desabotoei a saia, a calcinha já encharcada. Ela lambeu o meu pescoço, desceu aos seios, chupou um mamilo com força. Gemi alto. ‘Shh, risca sermos ouvidas.’ Mas não parou. Deitei-me no saco-cama, ela ajoelhou-se entre as minhas pernas. ‘Olha para a tua aliança enquanto te como.’ Abriu-me as pernas, língua na minha cona molhada. Lambeu o clitóris devagar, depois rápido, dedos a entrar, dois, três. ‘Estás tão apertadinha, Ana. O teu marido não te fode assim.’ Gozei forte, o corpo a tremer, gritando o nome dela. Ela subiu, esfregou a cona na minha, clits a roçarem, molhadas e quentes. ‘Fode-me com os dedos.’ Meti dois na dela, sentindo-a pulsar. Beijávamo-nos, suadas, o cheiro de sexo a encher a tenda. Gozámos juntas, unhas nas costas uma da outra. Rápido, urgente, como animais. ‘Mais,’ pedi, culpada mas viciada.
A chuva parou. Vestimo-nos a correr. ‘Vai, antes que anoiteça.’ Ela beijou-me uma última vez, mão na minha cona por cima da saia. ‘Pensa em mim quando foderes o teu marido.’ Desci a serra, coração aos saltos, calcinha ainda húmida. Cheguei a casa, João dormia no sofá. Beijei-o, mas sentia o gosto dela na boca. Tomei banho, toquei-me pensando no risco. Amanhã volto ao trabalho, sorrisos falsos, mas por dentro… arde. Esta dupla vida é o meu vício. O segredo guardado excita mais que o sexo. E se ele souber? O frisson mata-me. Quero mais. Muito mais.