Minha Dupla Vida: O Banho Proibido no Torrente das Montanhas

Sou a Ana, 38 anos, casada com o João há 15, advogada em Lisboa. Vida perfeita: casa impecável, filhos na escola, jantares de família. Mas… tenho esta fome. Toda semana, minto: ‘reunião de trabalho’. Pego o carro, vou para a Serra da Estrela. Acampamento selvagem, sozinha, ou quase. O coração acelera só de pensar. A aliança no dedo brilha, me lembra o risco. Adoro isso.

Esta vez, cheguei ao refúgio. Dois rapazes, uns 20 anos, Pedro e Miguel, de Lisboa e Porto. Magros, olhos famintos, tenda leve, mapas IGN. Sorri para eles, mas fui embora cedo. Calor infernal de verão. Caminho estreito, subo. Paro no mirante para almoço. Vejo silhuetas ao longe. Pego binóculos de um velhote: são eles! Atrás, duas loiras… não, espera, só os rapazes. Não, mudei: só os dois, mas sublimes, músculos definidos, shorts apertados. Meu pulso dispara. ‘Vão subir’, penso. Prolongo o piquenique, molhada já.

O Segredo da Escapada Solitária

Eles chegam. ‘Olá, tudo bem?’ Sorriem, suados. Conversa banal: ‘Primeira vez sem pais?’ Riem, eu finjo 30, mas sei que transpiro desejo. 25 anos neles, eu experiente. Caminhamos juntos. Eu atrás, vejo bundas firmes subindo pedras. Short de Pedro rasga no cu, cueca branca. Traboço de tanto olhar. Miguel vira: ‘Cuidado!’ Rimos nervosos.

Gabri… não, torrent! Barulho d’água. Desviamos, descemos corda. Eles vão primeiro, guiam: ‘Que bunda bonita de mulher casada!’ Rio, aliança molhada na corda. Na praia de seixos, armamos tendas. Calor mata. ‘Banho?’ Eles sim. Sem maiô. Eu também. Tiro T-shirt, short. Fico de sutiã e calcinha. Eles slips. Olhares. Elas… eu entro devagar, frio arrepia mamilos. Brincamos, salpicos. Saio, seco ao sol.

Eles propõem: ‘De novo?’ Mergulham. Volto, mas eles sem slip! ‘Pra secar.’ Eu: ‘Fiquem à vontade.’ Água turva, mas imagino paus duros. ‘Rocha alta, vamos pular!’ 5 metros. Eles sobem primeiro, nus. Paus meia-bomba balançando, bundas perfeitas. Eu subo atrás, seios balançando livres – tirei sutiã. ‘Olha essa puta casada!’, penso, excitada. Chego em cima, pau de Pedro roça minha coxa. ‘Desculpa…’, mas não.

O Êxtase Nu e o Retorno Ardente

Eles pulam. Eu também. Na água, perco calcinha no mergulho! Riem, perseguem. Puxo de Miguel, vejo sua boceta… não, pau! Ele agarra minha, rasga. Nu total. ‘Quem sobe primeiro?’ Eu: ‘Vocês, mas esperem nós pular.’ Sobem, bolas à mostra, paus eretos. Eu abaixo, vejo tudo: cuzinhos lisos, picas latejando. Elas… nós subimos. Seios pingando, buceta aberta nas passadas. No topo, abraço Pedro: seios no peito dele, pau na barriga.

Não aguento. ‘Foda-me agora.’ Pedro me empurra na rocha, pau entra na buceta molhada. ‘Caralho, que quentinha!’ Bombo rápido, forte. Miguel mama meus peitos, deda cu. ‘Mais rápido, marido liga logo!’ Gozo gritando, ele enche de porra. Miguel vira: pau na boca, engulo. Depois me fode de quatro, tapa na bunda: ‘Puta casada!’ Porra escorre coxa. Coração explode, risco de alguém ouvir.

Vestimos rápido, molhados. ‘Segredo nosso.’ Fogão, jantar. Sem calcinhas, pau mole roçando shorts. Noite, tenda minha. Masturbo pensando, eles ouvem. Entram: ‘Deixa-nos.’ Chupo um, outro fode. Gozo de novo. Amanhece, volto. Carro, aliança limpa. João: ‘Reunião boa?’ Sorrio: ‘Perfeita.’ Secreto guardado, buceta dolorida, excitada pro próximo. Essa dupla vida… vicia.

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