A Minha Dupla Vida: Casada e Viciada no Perigo

Sou a Ana, 35 anos, casada com o Rui há oito. De dia, sou gerente de banco em Lisboa, blusas impecáveis, aliança a brilhar no dedo, jantares em família. Ele é perfeito: carinhoso, estável. Mas à noite… ai, à noite o coração acelera. Tenho um segredo. O Diogo, antigo colega de faculdade. Alto, olhos verdes penetrantes, corpo firme. Começou com mensagens inocentes, mas agora é fogo puro. Ontem, enquanto o Rui estava no supermercado, ele mandou: ‘Estou a cinco minutos. Quero-te agora.’ O pulso disparou. Olhei para a aliança, senti culpa… mas a cona já latejava. ‘Vem depressa’, respondi. E ele veio.

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Eu andava pela casa, nervosa, o relógio a ticar. O Rui ligou: ‘Volto em 20 minutos, amor.’ Vinte minutos! O pânico misturado com tesão. Toquei à campainha baixa. Abri a porta, Diogo entrou como um furacão, mãos na minha cara, boca na minha. ‘Ana, estás molhada por mim?’, murmurou, a voz rouca. ‘Sim… mas rápido, ele vem aí.’ Ele riu, baixo, perigoso. Puxou-me para a escada, as tábuas a rangerem debaixo de nós. Desabotoou-me a saia, rasgou o collant. Senti os dedos dele na minha calcinha, já encharcada. ‘Caralho, estás pronta para mim.’ Tirei-lhe a camisola, beijei o peito musculado, desci à braguilha. O pau dele saltou, duro como pedra, veias pulsantes, cabeça vermelha e inchada. Chupei-o rápido, língua a rodar no glande, saliva a escorrer. Ele gemeu: ‘Assim, puta secreta, engole-me.’ Mas não havia tempo. Levantei-me, virei-me, apoiei as mãos no corrimão. Ele agarrou-me os quadris, cuspiu na mão, esfregou na cona. ‘Vou foder-te forte, Ana.’ E entrou. Um só empurrão, até ao fundo. Arqueei as costas, mordi o lábio para não gritar. A aliança fria contra a madeira quente, o coração no peito a martelar. Ele bombava, rápido, selvagem, bolas a baterem no meu cu. ‘Mais fundo, Diogo… fode-me como o Rui nunca fode.’ Ele acelerou, mão na minha boca para abafar os gemidos. Senti o orgasmo subir, cona a apertar o caralho dele, sucos a escorrer pelas coxas. ‘Goza, vadia casada.’ Gozei tremendo, unhas cravadas na escada. Ele puxou o cabelo, deu mais dez estocadas brutais e encheu-me de porra quente, jatos grossos dentro de mim.

A Rotina Perfeita e o Chamado do Proibido

Ele saiu em dois minutos, beijo molhado na boca: ‘Até à próxima, minha puta.’ Limpei-me às pressas, vesti a saia amarrotada, perfume para disfarçar o cheiro de sexo. O Rui chegou, abraçou-me: ‘Que bom cheiro, amor.’ Sorri, beijei-o com o gosto do Diogo na língua. Sentei no sofá, porra a escorrer devagar na cueca, o segredo a queimar. Culpa? Um bocadinho. Mas o frisson… ai, o frisson de ser duas: a esposa perfeita e a puta viciada no risco. Amanhã, no trabalho, vou cruzar-me com o Rui sem pestanejar. E à noite, mando mensagem ao Diogo. Esta dupla vida é o meu vício. Não paro.

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