A Minha Dupla Vida: Casada, Fiel… ou Não?

Eu sou a Ana, 35 anos, casada há 10 com o Miguel, um tipo estável, engenheiro. Trabalho como advogada num escritório em Lisboa, vida perfeita no papel. Casa arrumadinha nos subúrbios, jantares em família aos domingos, aliança no dedo que brilha em todas as reuniões. Mas… por dentro? Um fogo que queima. Há meses que olho para o João, colega do outro departamento. Ele namorou a minha prima, a Carla, que o largou por um chefe qualquer. Eu sempre invejei aquilo. ‘Eu pareço com ela’, penso. Mais não sou a Carla, a bombástica. Sou mais… discreta. Timida no dia a dia. Mas à noite, nos meus sonhos, sou outra.

Hoje, no parking da empresa, depois do almoço. Ele está lá, encostado ao carro, a fumar. Coração aos pulos. ‘João… posso falar contigo?’ Ele vira-se, sorri. Eu tremo. ‘Lembras-te da Carla? Eu… eu posso… tomar o lugar dela. Eu pareço tanto com ela.’ Ele ri, surpreso. ‘Ana? Tu? Estás a brincar.’ Nego com a cabeça, mãos suadas. ‘Não é sacrifício. Eu quero-te há meses. Ela roubou-te a mim.’ Ele aproxima-se. Sinto o cheiro dele, misturado com o gasóleo do parking. A aliança pesa no meu dedo. ‘E o teu marido?’ Hesito. ‘Não pode saber. É o nosso segredo.’ A adrenalina sobe. Qualquer colega pode aparecer. Ele pega-me na mão, roça o polegar na aliança. ‘Isto excita-te, não é?’ Sim. Deus, sim.

O Segredo que Me Consome

Não aguento mais. Puxo-o para trás do contentor. ‘Aqui? Agora?’ sussurra ele. ‘Sim, rápido. Antes que me vejam.’ Desabotoo a saia, ele baixa as calças. O pau dele, duro, latejante, contra a minha coxa. ‘Estás molhada’, diz, enfiando dois dedos na minha cona já ensopada. Gemo baixo, mordo o lábio. ‘Fode-me, João. Forte.’ Ele empurra, entra todo de uma vez. Sinto-o a encher-me, a pulsar dentro. As minhas pernas tremem, enrolo-as na cintura dele. ‘Mais rápido’, peço, unhas nas costas. Ele bombardeia, o som molhado das nossas carnes a bater. O coração explode no peito. Olho a aliança, brilhando ao sol, enquanto ele me abre ao meio. ‘Vou gozar’, rosna ele. ‘Dentro, não!’, mas já é tarde. Sinto o jato quente, enchendo-me. Eu venho logo depois, cona a apertar o pau dele, pernas moles. Uau. Rápido, sujo, perfeito.

Ele sai, limpa-se com um lenço. Eu ajeito a saia, sinto o esperma a escorrer pela perna. ‘Isto foi loucura’, diz ele, beijando-me. ‘Mas volta a acontecer.’ Sorrio, culpada mas viva. Volto ao escritório, cheiro a sexo disfarçado com perfume. Reunião às 15h, sorrio como se nada. À noite, chego a casa. Miguel beija-me: ‘Como foi o dia?’ ‘Normal’, minto, sentindo o pulsar entre as pernas. Deito-me ao lado dele, intacto, e penso no João. O segredo arde em mim. Amanhã? Mais risco. Adoro esta duplicidade. Casada de dia, puta de segredo à noite. Ninguém sabe. E isso… isso é o melhor orgasmo.

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