Eu sou a Maria, 42 anos, casada com o Paulo, dono de uma grande empresa de obras públicas. Vivemos num palacete em Lisboa, empregados de casa, jantares de gala, eu represento-o em eventos. Sou a esposa impecável: saias justas, salto alto, aliança de ouro a brilhar. Mas… por dentro, eu fervia. Anos sem orgasmos de verdade. O Paulo viaja muito, e quando está, é rápido, sem paixão.
Há uns meses, contratámos um novo motorista, o Artur. 36 anos, corpo de ginásio, olhos que me despem. Ele leva o Paulo ao trabalho, fica à espera. Eu via-o pela casa: forte, calmo. Uma manhã, na sala de ginásio do subsolo, saio do sauna nua, pele bronzeada, cona aparada. Ele lá, a levantar pesos. Passo perto, sinto o olhar dele nas minhas nádegas. Coração acelera. ‘Bom dia, senhora’, diz ele, voz grave. Eu… gaguejo um ‘bom dia’ e fujo.
O Segredo Começa a Ferver
Dias depois, no carro, voltamos do aeroporto. Trânsito caótico na periferia, motards a rodear-nos. Eu aterrorizada, mãos suadas. Ele calmo: ‘Não se preocupe, eu controlo’. Aquela confiança… mexeu comigo. ‘Se fosse casada e a mulher longe, eu procurava alguém para desabafar’, solta ele. Eu fico muda, mas a cona humedece. A aliança pesa no dedo, mas imagino a mão dele na minha coxa.
A tensão cresce. Vejo-o com a Nadège, a empregada, gemidos à noite. Inveja. O Paulo grita comigo uma manhã, parte para a Ásia. Eu chamo o Artur. ‘Entre’, digo, nua no quarto. Ele hesita. ‘Faça amor comigo. Você disse que estava ao meu dispor’. Ele desabotoa a camisa, caralho já duro. Eu dou-lhe uma conduta, mas ele quer mais.
O Foda Selvagem e o Regresso à Rotina
Ele empurra-me para a cama, língua na cona. ‘Não… para…’, gemo, mas as pernas abrem. Ele lambe o clitóris, chupa forte. Eu… explodo, primeiro orgasmo em anos. Corpo treme, grito. Ele vira-me, sem conduta, mete o caralho na cona de rompante. ‘Ah, fode-me!’, berro. Ele bate fundo, bolas a bater nas nádegas. Sinto cada veia, o calor. ‘Vou gozar dentro!’, rosna. Eu aperto, gozo de novo, cona a sugar o leite quente. Ele enche-me, escorre pela perna.
Eu fico ali, ofegante, aliança fria contra a pele quente. ‘Vai agora’, digo, culpada. Mas ele ri: ‘Isto foi só o começo’. Saio dali a tremer, refaço o rímel antes do almoço com amigas. Ninguém nota o cheiro de sexo, o esperma a pingar na cueca.
Agora, vivo os dois mundos. De dia, senhora perfeita, aperto mãos em cocktails. De noite, mando SMS: ‘Vem ao quarto, rápido’. Ele fode-me contra a parede, mão na boca para não acordar a casa. Risco de ser apanhada? Adoro. O Paulo nota-me mais fogosa, mas não sabe porquê. Eu sorrio, cona a pulsar com a memória do caralho do Artur. Culpa? Pouca. Excitação? Total. Esta dupla vida é o meu vício. Amanhã, mais um risco. Coração a bater… sim, quero mais.