Eu sou a Ana, 42 anos, casada há 15 com o João, um tipo calmo, engenheiro. Trabalho em TI numa empresa séria em Lisboa, vida organizada: casa impecável, fins-de-semana no Algarve, aliança no dedo que brilha no teclado do computador. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Há meses que leio anúncios online, daqueles discretos, de homens que procuram submissas. Um veuf, na casa dos 50, intelectual, sem exageros sádicos. Escrevi-lhe por impulso, coração a bater forte. ‘Intriga-me’, disse. Marcámos num centro comercial, café neutro.
Cheguei cedo, nervosa, olhando em volta. Ele era alto, cabelo branco, olhos calmos. ‘Valérie? Não, Ana’, corrigi, mas ele sorriu. Falámos de tudo: da minha vida ‘perfeita’, do marido que não sabe nada, da curiosidade que me roía. ‘Quero experimentar’, confessei, voz tremendo. Passeámos no parque, ele explicou: obediência voluntária, prazer no controlo. Senti o calor subir, a cona a humedecer só de imaginar. Mandei mensagem ao João: ‘Atraso no trabalho’. Mas era mentira. O desejo vencia.
O Segredo que Começou com uma Anúncio
Dias depois, fui à casa dele. ‘Veste isto’, ordenou, entregando uma robe preta, seios ao léu. Coração disparado, pus. Entrei na sala às meias-luzes de velas. ‘Magnífica, Ana. Chama-te Elvira agora.’ Obedeci. Ele circundou-me, mãos nos meus seios assimétricos – um poeirento, outro pesado. ‘Perfeitos.’ Martinet suave na pele, cócegas picantes nos mamilos. Ajoelhei, beijei as botas. ‘O teu prazer é o meu’, recitei, voz rouca.
Masturbou-me feroz, dedos no clitóris inchado, pinças nos bicos. ‘Ah! Mestre!’ Gozei tremendo, corpo arqueado. Depois, debruçada na mesa, nádegas ao ar. Fustigou devagar, mão nua primeiro – claques quentes, pele a corar. ‘Mais?’, pediu. ‘Sim, por favor.’ Cravache fina, picadas que ardiam gostoso. Beijou as nádegas vermelhas. ‘Agora, o verdadeiro teste.’ Ajoelhou-me, caralho duro na boca. Chupei gulosa, língua no glande, bolas cheias. Engoli tudo, esperma quente na garganta.
O Êxtase Proibido e o Regresso à Rotina
Não parou. ‘Quatro patas.’ Lubrificou o cu, dedo primeiro, depois dois. ‘Relaxa, puta submissa.’ O caralho entrou devagar, esticando-me toda. ‘Fode-me, Mestre! Enche o meu cu casado!’ Bombeou urgente, eu a gemer, aliança fria contra a mesa quente. Rápido, pois o risco: João esperava janta. Gozou dentro, jatos quentes a encher-me. ‘Guarda o meu sêmen até casa.’ Saí pingando, pernas bambas.
De volta, beijei o João, cheiro a sexo disfarçado com perfume. ‘Dia cheio?’, perguntou. ‘Sim, amor.’ No duche, toquei o cu latejante, sorri culpada. Amanhã, mais. Adoro isto: de dia, esposa perfeita; de noite, submissa viciada. O segredo acelera o sangue, o risco molha-me antes de começar. Quem diria que a Ana certinha tem um Mestre que me fode o cu e me faz implorar? Volto sempre. É a minha droga.