Minha Dupla Vida: O Caso Proibido com o Irmão do Meu Marido

Eu sou casada com o Alain há cinco anos. Ele é o tipo perfeito: jovem, atlético, cheio de grana, contatos por todo lado, emprego dos sonhos. A família dele me acolheu como uma rainha. Toda quinzena, nos reunimos na mansão na costa. Flores frescas, peignoirs cheirando a lavanda, champanhe no salão. Minha sogra cozinha como ninguém, o mordomo cuida de tudo. Alain chega por último, pra todo mundo babar no carro novo ou no bronze. Eu sorrio, finjo que amo isso. Mas no fundo… cansada dessa pose.

A cunhada, Myriam, é freira. Faz bonito na família. O caçula, Christophe, é quieto. Diz que é um perdedor, mas eu discordo. Se o tivesse conhecido antes… Ele tem barriguinha, fala pouco, mas aqueles olhos de cachorrinho me derretem. Mãos grandes, desajeitadas. Fortuna igual à do irmão, só que simples. Não Porsche, não ostentação. Eu sou casada. Bem casada, dizem. Mas à noite, na suíte luxuosa, Alain se lava no chuveiro. Eu fico nua no espelho, esperando. Ele sai, tapa na bunda, liga a TV. Tento: mão no peito dele, língua no pescoço. Nada. Chupo o pau dele até endurecer, engulo a porra. Ele nem toca em mim. Frustrada, finjo dormir.

A Rotina Perfeita e o Desejo que Queima por Dentro

Eu sinto ele me olhando no jantar. Finjo não notar. Alain o chama de loser. Dói. Eu queria falar com Christophe, saber quem ele é. Mas e se… Noite de lua cheia, insone, saio pra praia. Ele tá lá. Me escondo. Ele passa perto, rosto triste. Loucura: tiro a roupa, uma por uma, no areia. Ando devagar pro mar, sabendo que ele volta. Coração disparado. E se Alain acorda? Minha aliança brilha na lua. Quero isso. O risco me molha.

Ele tá lá, sentado perto das minhas roupas. Saio da água nua, seios balançando, buceta exposta. Não cubro nada. Caminho pra ele, sentindo o peso do corpo, pés na areia fria. Olhos dele: desejo puro. Não como os do Alain. Ele me vê. Eu existo. ‘Me dá a toalha?’, digo natural. Ele treme, estende. Viro de costas, me seco devagar. ‘Me ajuda nas costas?’. Ele pega, passa suave. Viro, pego a mão dele, guio pros meus seios. ‘Toca em mim, Christophe. Eu quero tanto isso.’ Ele geme baixo. Esfrego nele, sinto o pau duro no bermuda. Arranco, agarro: quente, grosso, latejante. ‘Fode minha boca primeiro.’ Chupo guloso, saliva escorrendo.

A Explosão na Praia: Sexo Rápido e Selvagem

Deito na toalha, abro as pernas. ‘Lambe minha cona, vai.’ Língua dele no clitóris, dedos dentro, chupo ar. ‘Tão molhada… pra mim?’, ele murmura. ‘Sim, caralho, só pra você. Me come agora!’ Ele entra devagar, depois forte. Pau preenchendo tudo, batendo fundo. Aliança no dedo roça a pele dele. Coração explode. ‘Mais rápido, antes que alguém veja!’ Ele me martela, eu gozo gritando baixo, corpo tremendo, esguicho na cara dele. ‘Dentro, goza dentro! Me enche de porra!’ Ele explode, quente, jorrando. Abraçados, suados, ofegantes. Fazemos de novo, ele me come de quatro, tapa na bunda, deda no cu. Gozo mais forte.

Volto pra cama, cheiro de sexo no corpo, porra escorrendo. Alain ronca. Sorrio culpada, excitada. Continuamos: quinzena sim, praia ou quarto dele. Engravidei na primeira vez, ovulando forte. Filho dele. Alain aceita, status social. Ele nem pergunta. Sabe, e curte o fantasy. Agora fodo com os dois: Alain me xinga de puta, eu grito verdades sobre o amante. Christophe me ama de verdade, me lambe grávida, diz que sou linda. Dupla vida: rainha pública, vadia secreta. O risco me vicia. Semana passada, detor pro lado dele, fodi no carro antes do cliente. Porra na boca, engoli tudo. Voltei pra casa, beijei Alain. Perfeito. Meu coração bate assim pra sempre.

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